Que coisa mais irônica não é mesmo? 14 anos nas costas, e ainda acredito que sentimentos são coisas reais, que vão além do abstrato. Meu querido amigo tempo, que coisa mais ridícula. Até pareço que comecei a escrever ontem, e minhas palavras são fúteis. Mas isso é real, vejamos como o tempo é cruel. Quando é bom, passa rápido, quando insistimos que passe, ele ironicamente enrola, e independente de tudo, sempre é mais forte e nunca volta. Sendo assim, você Sr. Tempo é uma das pessoas, coisas, sentimentos, mais frio e arrogante, que machuca e corrói lentamente, quanta dor.
Talvez eu possa dar um desconto, e assumir que em muitos casos, o tempo é o incentivo principal para que as pessoas aproveitem mais, curtam mais e se doem mais para tudo que façam. Contraditório da minha parte ficar ao lado de você, enquanto estou aqui você faz questão de passar, depressa e sereno. É tudo questão de tempo, em todos os sentidos.
8 de dez. de 2010
30 de nov. de 2010
Para todos aqueles que vivem ao meu redor.
Talvez seja um dos únicos textos, que eu dedique as pessoas que vivem ao meu lado e que eu não fale delas. É sobre mim. Sei que a conivência comigo não é fácil, e por esse e outros mil motivos, minha admiração por vocês (alguns) é imensa. Sei que não só nas segundas, mas em terças, algumas quartas e quase todos os dias da semana. Sei que muitas vezes, meu egoísmo e meu autoritarismo são fúteis e intensos. Sei que demonstro querer ser melhor que os outros, algumas vezes sim, mas não é assim. Talvez, eu dê o meu sangue sempre, onde precisa ou não dele. Talvez eu queira fazer demais, e isso pareça exagero. A questão é, tenho defeitos e reconheço eles. Só peço compreensão. Posso ser tudo isso, mas quando o problema envolve vocês, eu uso garras e dentes, e toda minha compreensão. Só peço isso, por mais difícil que seja viver comigo.
26 de nov. de 2010
Parece que tudo vai se sufocando, mas que as próprias coisas fazem isso. Parece que o mundo pode acabar daqui alguns minutos, e eu preciso fazer algo, como se aos poucos eu perdesse o chão que está sob os meus pés. Parece que a vida fez questão de deixar fortes cicatrizes, mas ao mesmo tempo me ensinou que no fim valerá a pena cada lágrima, ou gota de sangue que eu derramei dando o melhor de mim. Eu aprendi junto com cada um, que enquanto dois estão te levantando, dez já estão na fila pra te derrubar novamente, e que nem sempre eu vou conseguir segurar a barra sozinho. Muitas vezes eu vou cair, vou chorar, me sentir sozinho,mas nada irá adiantar. Ou melhor, cada vez que eu me levantar eu estarei com uma visão nova sobre as pessoas, eu terei mais conhecimento de mim mesmo.
Eu muitas vezes já me achei estranho, já me senti pisoteado, e já me senti amado. Já tentei insistir em pessoas, e depois vi que tudo foi em vão. Tentei compreender mais algumas, e vi que elas não me querem por perto. Tentei me fazer de forte, mas percebi que isso não faz meu estilo. Não posso negar que já tentei também agradar os outros, que já me importei demais com o que falavam sobre mim, e por isso evoluímos.
Alguns defeitos parecem ser vitalícios, e acompanhar cada segundo da vida. Outros parecem ser instantâneos para surgir, como desaparecer. Mas conseguimos entender as coisas, entender tudo, conforme o tempo passa, subimos um degrau de cada vez, chegamos ao topo, transformados. E essa é a vida
Eu muitas vezes já me achei estranho, já me senti pisoteado, e já me senti amado. Já tentei insistir em pessoas, e depois vi que tudo foi em vão. Tentei compreender mais algumas, e vi que elas não me querem por perto. Tentei me fazer de forte, mas percebi que isso não faz meu estilo. Não posso negar que já tentei também agradar os outros, que já me importei demais com o que falavam sobre mim, e por isso evoluímos.
Alguns defeitos parecem ser vitalícios, e acompanhar cada segundo da vida. Outros parecem ser instantâneos para surgir, como desaparecer. Mas conseguimos entender as coisas, entender tudo, conforme o tempo passa, subimos um degrau de cada vez, chegamos ao topo, transformados. E essa é a vida
20 de nov. de 2010
Não tem mais para onde fugir.
Acabei de contar os dias no calendário, e perceber os poucos que restam na escola. Percebi que nesse ano inteiro eu tentei fugir, e disfarçar dizendo que ainda teríamos um bom tempo para aproveitar, e hoje são apenas alguns dias, e menos de três semanas juntos. Não farei um texto gigante dessa vez, sei que ficará para próxima. Que ainda teremos dias que serão melhores, que serão bem aproveitados, e que eu contarei no último texto. Eu dedicarei cada vírgula, cada espaço, cada palavra à todos vocês. Não encontro mais lugar seguro, que possa fugir e esquecer a responsabilidade. Eu preciso levantar a cabeça e esquecer um pouco tudo que o destino está guardando, por isso, está na hora de seguir em frente...
19 de nov. de 2010
E Se existir o paraíso, eu já passei por ele.
Antes de tudo, eu quero que saibam que eu escrevo esse texto, chorando feito louco, ouvindo El Venão e Tunak Tunak Tun, eu já revi as mesmas fotos milhares de vezes. Eu não consigo parar de pensar nos detalhes minuciosos daquele lugar, eu não consigo fazer minha mente parar de lembrar de cada segundo. Eu não consigo fazer com que meu coração pare de se apertar tanto. Não vou fazer esse igual ao Jerp, e contar tudo o que aconteceu. Foram duas experiências completamente diferentes e incríveis. Mas a sensação de Repúbllica Lago é única, e o que eu falar aqui vai ser como se meu coração falasse.
Chegar e ver pessoalmente o que tantas vezes eu havia visto por fotos arrepiou a nuca. Caminhar por um espaço onde o tempo passa rápido e devagar, olhar cada sorriso, cada face expressando ansiedade, vontade de gritar, olhos brilhando. Repúbllica Lago é sinônimo de amor, é sinônimo de afeto. Eu sei que nunca mais voltaremos lá e faremos como tudo foi feito, mas uma outra parte de mim se recusa a saber disso, parece que logo os melhores monitores estarão aqui, chamando a gente, apressando, parece que o sol que bate na minha janela veio depois de uma forte chuva e que todos juntos estamos correndo para o lago. Estamos ouvindo pelas caixas de som: Atenção, atenção galera do Canossianas, vocês são os primeiros no Banana Boat. Parece que cada árvore ali, foi plantada e pensada no lugar que nasceria, parece que cada bolinha de gude no chão foi colocada com muito carinho, com perfeição e não só por enfeite. Não pode acabar assim, não. Parece que passamos daquele portão de ferro e a mala veio mais pesada, trouxemos um pouco de cada sorriso, um pouco de cada olhar, cada jeito. Parece que lá, ficamos quatro dias voados, e chegar em casa parece que ficamos uma eternidade fora. Nos desligamos de tudo, e só queríamos viver. Viver sem compromisso, vontade de estar junto, de grudar e não soltar mais, de apertar e só apertar cada um de vocês.
Ninguém imaginou que tudo seria tão intenso quanto foi. Sabíamos que seria maravilhoso, mas nunca soubemos o quão perfeito é. Aprendemos que razão e emoção tem a mesma força, afinal eu sei que já acabou. Mas meu coração sente a presença dos monitores, e agora mesmo falando deles, eu vejo a imagem, eu ouço a voz, eu vejo as expressões, eu tento sentir os pensamentos, e entender porque tivemos uma relação de pessoas que se conheciam a anos. O corpo cansado queria parar, mas novamente a emoção falava mais alto, e todos se sentiam na obrigação de dançar repetidamente, sem reclamar e sem enjoar El venão e Tunak tunak. Apesar não querer citar todos os momentos, já que eles não tem a mesma graça quando são escritos, e só vão entender o que eu falo quem viveu aquilo, eu preciso falar de uma noite, uma lua no céu, uma lona na grama, uma fogueira no meio e ao redor muitos jovens chorando. A Fogueira da Amizade, foi uma das coisas mais lindas que eu vivi em todo o tempo até hoje que estou nesse mundo. Sentir cada abraço, ficar em silêncio e ter ali quem você ama, quem você quer pra sempre contigo, ou até mesmo ficar parado, olhando uma turma que esteve anos com você. São Vicente, Araras, Dourado e Ribeirão, pareciam ser uma única alma, e dezenas de agradecimentos eram uma única voz: REP LAGO!
Uma sensação de missão cumprida fica guardada, mas a vontade de quero mais é inevitável. E não é querer mais apenas por ser bom. É querer mais, por ter do lado quem amamos, é querer is pra pular mais alto, pra gritar mais. Ouvimos tantas vezes no refeitório, o quanto especial foi a turma de 2010. Ouvimos na porta do chalé (Chalé Arara), que um feijão seria plantado ali, que o amor que tivemos nunca morreria, que o solo ali é fértil, aquele solo tem carinho. Cantar as musicas que eram tocadas, realizar as brincadeiras feitas ao redor da fonte aperta ainda mais a saudade. Já falei várias vezes nesse texto e ainda preciso repetir, falar desses momentos, tenho a imagem, a feição, cada detalhe do rosto de todos os monitores. Aquele lugar é o paraíso. Não só pela beleza do imenso lago, de cada nascer e pôr de sol, de cada verde, cada flor, mas pela energia, pela vibração, pelos sentimentos despertados, por cada aprendizado. Aquele lugar não deixa com que o mal humor passe pelos portões, aquele lugar proíbe tristeza e que fiquem parados. Parece que o ar lá é mais puro, que o chão é macio, que o verde é mais verde, que os sorrisos valem mais que o dinheiro, parece que a chuva não traz preguiça, que quando sai sol, ele brilha como nunca, parece que as aves olham para você como se desejassem bons momentos, parece que a água é mais doce, que o céu é sempre lindo, que as paredes dos chalés, mesmo simples, são marcadas por histórias e mais histórias. Ali, ninguém tem e enfrenta problemas. Aprendemos que a vida é algo sem sentido, mas que no fim tudo valerá a pena, aprendemos que não existem defeitos em ninguém e sim diferenças, aprendemos a confiar mais, a esquecer os problemas e esquecer o passado que não vale a pena lembrar, aprendemos a compreender, nos admiramos ao ver a superação, a ver que uma pessoa em uma cadeira de rodas, pode tudo que podemos, entendemos as fotos como lembranças congeladas, conseguimos ver o outro lado da moeda, e aceitamos que a vida é uma estação de trem. Feita de embarques, desembarques, freadas desesperadas, vistas e paisagens bonitas. Sentimos que o vento trás boas recordações, que as palavras são como se a alma falasse, que o silêncio grita, que a saudade dói, dói muito, mas é linda. A saudade, marca que valeu a pena, cada segundo, marca que não é o fim, que aquele episódio acaba, mas essa novela não tem fim, talvez o próximo capítulo não continue de onde paramos, mas ele virá. Tenho esperança e convicção disso, aprendemos que não existe melhor remédio para o tédio do que a união, aprendemos que a vida não para, e nós somos um bando de loucos, querendo sempre mais e mais.
Choro de saudades, de orgulho, de vontade, de sentir. Entrar no ônibus, deu a pior sensação de todas. Parecia que o sonho acabou, que era o fim de uma jornada, e as lágrimas presas nos meus olhos decidiram cair. Não estamos mais lá, de carne e osso. Mas temos certeza que deixamos o nosso jeito, nossos olhares, o lado cativante, a união, deixamos lá um pouco do pessoal do Canossa, e sabemos que como nós, os monitores também lembraram dessa turma, que onde passava animava e gritava, que chorava, que contou 283 dias ou mais, que viveu 4 como se fossem meses, temos a impressão que Deus guardou tudo isso, para 48/49 pessoas, como se elas merecessem mais do que ninguém, parece que cada chuva, cada momento interrompido, foi intencional, para que no fim tudo fosse melhor, fosse retribuído em dobro. Sabemos que outros virão, e dirão ser melhores, sabemos que farão tudo que fizemos, mas sabemos que nunca serão como nós, jamais. Nós sim, sempre seremos. Passe o tempo que passar, o que o destino fazer ou não, sozinhos ou unidos, iremos lembrar de 4 dias, que foram vividos com a maior intensidade possível, passe o tempo que passar, iremos contar aos nosso filhos que já fomos ao paraíso, e que ele tem uma trilha cheia de lama, que a primeira impressão é nojenta, mas que você esquece o barro e por trás dele visualiza apenas olhos cintilantes e sorrisos de orelha a orelha, cotarei aos meus filhos que vivam seus amigos, que evitem discutir com eles, mas isso vai acontecer, e quando chegar a hora que se levantem juntos, como eu sempre fiz com os meus. Saímos de lá, e sabemos o que trouxemos e o que deixamos. Nada pode apagar o que o destino fez questão de construir. Obrigado.
Finalizando esse texto, eu quero agradecer a todas as pessoas, aos meus amigos, ao pessoal das outras escolas em especial de São Vicente, quero agradecer aos monitores, coordenadores e todo pessoal que ajuda a Rep, que fizeram os 4 dias, os melhores das vidas de muitas pessoas. Quero pedir a Deus que ele ilumine o caminho de cada um, que cuide, que a vida siga em frente, porque a lembrança é única. Construímos juntos, mais um tijolo, e no fim da jornada teremos um castelo. Mas esse tijolo, estará acima de todos, no ponto mais alto, onde todos possam ver. Isso é orgulho, amor, respeito, isso é REPÚBLLICA LAGO.
Chegar e ver pessoalmente o que tantas vezes eu havia visto por fotos arrepiou a nuca. Caminhar por um espaço onde o tempo passa rápido e devagar, olhar cada sorriso, cada face expressando ansiedade, vontade de gritar, olhos brilhando. Repúbllica Lago é sinônimo de amor, é sinônimo de afeto. Eu sei que nunca mais voltaremos lá e faremos como tudo foi feito, mas uma outra parte de mim se recusa a saber disso, parece que logo os melhores monitores estarão aqui, chamando a gente, apressando, parece que o sol que bate na minha janela veio depois de uma forte chuva e que todos juntos estamos correndo para o lago. Estamos ouvindo pelas caixas de som: Atenção, atenção galera do Canossianas, vocês são os primeiros no Banana Boat. Parece que cada árvore ali, foi plantada e pensada no lugar que nasceria, parece que cada bolinha de gude no chão foi colocada com muito carinho, com perfeição e não só por enfeite. Não pode acabar assim, não. Parece que passamos daquele portão de ferro e a mala veio mais pesada, trouxemos um pouco de cada sorriso, um pouco de cada olhar, cada jeito. Parece que lá, ficamos quatro dias voados, e chegar em casa parece que ficamos uma eternidade fora. Nos desligamos de tudo, e só queríamos viver. Viver sem compromisso, vontade de estar junto, de grudar e não soltar mais, de apertar e só apertar cada um de vocês.
Ninguém imaginou que tudo seria tão intenso quanto foi. Sabíamos que seria maravilhoso, mas nunca soubemos o quão perfeito é. Aprendemos que razão e emoção tem a mesma força, afinal eu sei que já acabou. Mas meu coração sente a presença dos monitores, e agora mesmo falando deles, eu vejo a imagem, eu ouço a voz, eu vejo as expressões, eu tento sentir os pensamentos, e entender porque tivemos uma relação de pessoas que se conheciam a anos. O corpo cansado queria parar, mas novamente a emoção falava mais alto, e todos se sentiam na obrigação de dançar repetidamente, sem reclamar e sem enjoar El venão e Tunak tunak. Apesar não querer citar todos os momentos, já que eles não tem a mesma graça quando são escritos, e só vão entender o que eu falo quem viveu aquilo, eu preciso falar de uma noite, uma lua no céu, uma lona na grama, uma fogueira no meio e ao redor muitos jovens chorando. A Fogueira da Amizade, foi uma das coisas mais lindas que eu vivi em todo o tempo até hoje que estou nesse mundo. Sentir cada abraço, ficar em silêncio e ter ali quem você ama, quem você quer pra sempre contigo, ou até mesmo ficar parado, olhando uma turma que esteve anos com você. São Vicente, Araras, Dourado e Ribeirão, pareciam ser uma única alma, e dezenas de agradecimentos eram uma única voz: REP LAGO!
Uma sensação de missão cumprida fica guardada, mas a vontade de quero mais é inevitável. E não é querer mais apenas por ser bom. É querer mais, por ter do lado quem amamos, é querer is pra pular mais alto, pra gritar mais. Ouvimos tantas vezes no refeitório, o quanto especial foi a turma de 2010. Ouvimos na porta do chalé (Chalé Arara), que um feijão seria plantado ali, que o amor que tivemos nunca morreria, que o solo ali é fértil, aquele solo tem carinho. Cantar as musicas que eram tocadas, realizar as brincadeiras feitas ao redor da fonte aperta ainda mais a saudade. Já falei várias vezes nesse texto e ainda preciso repetir, falar desses momentos, tenho a imagem, a feição, cada detalhe do rosto de todos os monitores. Aquele lugar é o paraíso. Não só pela beleza do imenso lago, de cada nascer e pôr de sol, de cada verde, cada flor, mas pela energia, pela vibração, pelos sentimentos despertados, por cada aprendizado. Aquele lugar não deixa com que o mal humor passe pelos portões, aquele lugar proíbe tristeza e que fiquem parados. Parece que o ar lá é mais puro, que o chão é macio, que o verde é mais verde, que os sorrisos valem mais que o dinheiro, parece que a chuva não traz preguiça, que quando sai sol, ele brilha como nunca, parece que as aves olham para você como se desejassem bons momentos, parece que a água é mais doce, que o céu é sempre lindo, que as paredes dos chalés, mesmo simples, são marcadas por histórias e mais histórias. Ali, ninguém tem e enfrenta problemas. Aprendemos que a vida é algo sem sentido, mas que no fim tudo valerá a pena, aprendemos que não existem defeitos em ninguém e sim diferenças, aprendemos a confiar mais, a esquecer os problemas e esquecer o passado que não vale a pena lembrar, aprendemos a compreender, nos admiramos ao ver a superação, a ver que uma pessoa em uma cadeira de rodas, pode tudo que podemos, entendemos as fotos como lembranças congeladas, conseguimos ver o outro lado da moeda, e aceitamos que a vida é uma estação de trem. Feita de embarques, desembarques, freadas desesperadas, vistas e paisagens bonitas. Sentimos que o vento trás boas recordações, que as palavras são como se a alma falasse, que o silêncio grita, que a saudade dói, dói muito, mas é linda. A saudade, marca que valeu a pena, cada segundo, marca que não é o fim, que aquele episódio acaba, mas essa novela não tem fim, talvez o próximo capítulo não continue de onde paramos, mas ele virá. Tenho esperança e convicção disso, aprendemos que não existe melhor remédio para o tédio do que a união, aprendemos que a vida não para, e nós somos um bando de loucos, querendo sempre mais e mais.
Choro de saudades, de orgulho, de vontade, de sentir. Entrar no ônibus, deu a pior sensação de todas. Parecia que o sonho acabou, que era o fim de uma jornada, e as lágrimas presas nos meus olhos decidiram cair. Não estamos mais lá, de carne e osso. Mas temos certeza que deixamos o nosso jeito, nossos olhares, o lado cativante, a união, deixamos lá um pouco do pessoal do Canossa, e sabemos que como nós, os monitores também lembraram dessa turma, que onde passava animava e gritava, que chorava, que contou 283 dias ou mais, que viveu 4 como se fossem meses, temos a impressão que Deus guardou tudo isso, para 48/49 pessoas, como se elas merecessem mais do que ninguém, parece que cada chuva, cada momento interrompido, foi intencional, para que no fim tudo fosse melhor, fosse retribuído em dobro. Sabemos que outros virão, e dirão ser melhores, sabemos que farão tudo que fizemos, mas sabemos que nunca serão como nós, jamais. Nós sim, sempre seremos. Passe o tempo que passar, o que o destino fazer ou não, sozinhos ou unidos, iremos lembrar de 4 dias, que foram vividos com a maior intensidade possível, passe o tempo que passar, iremos contar aos nosso filhos que já fomos ao paraíso, e que ele tem uma trilha cheia de lama, que a primeira impressão é nojenta, mas que você esquece o barro e por trás dele visualiza apenas olhos cintilantes e sorrisos de orelha a orelha, cotarei aos meus filhos que vivam seus amigos, que evitem discutir com eles, mas isso vai acontecer, e quando chegar a hora que se levantem juntos, como eu sempre fiz com os meus. Saímos de lá, e sabemos o que trouxemos e o que deixamos. Nada pode apagar o que o destino fez questão de construir. Obrigado.
Finalizando esse texto, eu quero agradecer a todas as pessoas, aos meus amigos, ao pessoal das outras escolas em especial de São Vicente, quero agradecer aos monitores, coordenadores e todo pessoal que ajuda a Rep, que fizeram os 4 dias, os melhores das vidas de muitas pessoas. Quero pedir a Deus que ele ilumine o caminho de cada um, que cuide, que a vida siga em frente, porque a lembrança é única. Construímos juntos, mais um tijolo, e no fim da jornada teremos um castelo. Mas esse tijolo, estará acima de todos, no ponto mais alto, onde todos possam ver. Isso é orgulho, amor, respeito, isso é REPÚBLLICA LAGO.
6 de nov. de 2010
JERP - 2010 Parte II (terceiro e quarto dia, volta pra casa)
O sol nascia ! Acho que nem mesmo Deus, imaginaria que esse terceiro dia reservava as maiores emoções de todo o campeonato. Antes de fazer o cronograma do dia, vamos fazer uma retrospectiva rápida, para que os fatos não fiquem em vão. O futsal masculino tinha perdido um jogo e ganhado outro, as meninas por sua vez, ganhado os dois. O vôlei masculino tinha vencido seu único jogo e as meninas derrotadas nas duas vezes. As meninas do futsal teriam o jogo que valia ouro, o vôlei masculino tinha dois jogos, o vôlei feminino tinha o último e precisava vencer. Os meninos do futsal tinham que encarar a semi. Quantas coisas não ? Mas, valerá a pena ouvir tantas histórias.
Tomamos nosso café, agora acostumados ao ritmo e sem moleza. Como de costume, 8 horas da matina e nós batendo bola no pátio. O primeiro desafio, seria das meninas. As 10 horas, fomos até o ginásio, e vou falar da torcida, que não pode passar em branco nesse texto. Cada ponto, tinha uma vibração única, cada bola na rede, cada balanço de rede, era fazer com que o ginásio parasse. Era gritar com todas as força, nas horas de incentivo, era acreditar que não existiam pessoas dentro e fora de quadra, sabíamos que juntos formávamos uma equipe, sem sexo, idade ou raça. Gritar tanto, deixou metade dos atletas roucos ou até mesmo sem voz, mérito e orgulho do "Canossa".
Júlia, Letícia, Heloísa, Gabi, Letícia Z, Mariana, Marina, Amanda, Bruna e Verena entravam em quadra, descontraídas, talvez para disfarçar um nervosismo. O jogo delas marcou desentendimentos entre o próprio time, mas elas souberam levantar a cabeça, lutar como verdadeiras guerreiras, e ao fim de um apito, levantaram o troféu mais importante, e colocavam o ouro no pescoço. Aplaudimos com o orgulho e o olhos brilhando. Meio dia, Frei Seráfico desafiava o nosso vôlei masculino. Almoçamos, e falando de mim, eu tinha uma segurança gigante, eu esperava a hora de chegar naquele ginásio, de jogar, de comemorar. Entrávamos no ônibus, veículo do Claudião que transportava os guerreiros. Toda vez, eu tinha o meu ritual pessoal. Sentava na janela, ficava olhando o céu, olhando cada árvore, rezando, me concentrando.
Entrar na FUVAE (quadra dos jogos de vôlei), despertou os risinhos da equipe adversária, já que, eles tinham quase 1,90 cm, e o nosso time não passava de 1,70 cm. A primeira vitória deu o incentivo de muita força, e nós confiamos. Meu coração batia forte o tempo todo, mas eu estava feliz. Nesse jogo, me senti confiante fazendo pontos de saque, me sentia forte ao ver os 5 "gigantes" que lutavam comigo. Com toda garra, completamos 2 sets a 0. Retornar ao centro da quadra, cumprimentar os adversários, foi inesquecível. Quem poderia tirar onda com a nossa cara agora ? Fomos avisados, 7 horas do noite, o último desafio: Colégio Modelo de Nova Friburgo - RJ. Aquele jogo trouxe a tona o nosso lema: "il il il, segura o infantil!" Ninguém esquecerá o Rafinha, menor de todos, sacando por cima, fazendo ace, e por estratégia, deixar no chão um bloqueio que dava 3 dele.
Mas o maior desafio desse terceiro dia, (fora os jogos claro, hahaha) foi ter que aguentar Maria Clara e Adriel fazendo as piores piadas, falando as maiores bostas, como por exemplo: Qual dos teletubies é azul ? Como se isso não bastasse, eles nunca mais pararam, literalmente. Irritou demais, porém admito que foi engraçado. (Mesmo assim Adriel neguinho, a Maria é MINHA tá, e da Lú também). Voltamos pro quarto, naquele dia o intestino dos nossos companheiros resolveu danificar a estrutura do alojamento. O Paganotti chupa uma bala, já precisa ir ao banheiro ou poluir o ar, o Bruno não muito bem, resolveu tomar LactoPurga. Adivinhem no que tudo isso resultou ? Os dois únicos vasos sanitários do banheiro de cima interditados! Isso mesmo, tinha um aviso nas duas portas: "Vaso sanitário interditado, favor não usar". O Paganotti tem realmente problemas na parte de higiene. Ficar dois dias com a mesma cueca, tomar banho e colocar a mesma roupa, pra colaborar entupir o banheiro. Boa.
A tarde no alojamento serviu para fazer novas amizades, e reconhecer que existem pessoas com bom caráter. Atravessando o "refeitório", tinha-se uma quadra de vôlei, e ali reencontramos nossos primeiros adversário, o pessoal do Juarez, derrotados por 2X0 no vôlei masculino. Reunimos Canossa e Juarez em times mistos, conversamos, elogiamos uns os outros, debatemos o jogo e os próximos adversários. Conheci pessoas simpáticas. São tais pessoas, que eu trouxe na mala de volta, com uma recordação de carinho. Depois do vôlei, o quarto dos meninos acabava com balas, chicletes e pirulitos que a Li levou. Acreditem, eram muitos doces mesmo! Acho que eu e o Felipes chupamos uns 7 pirulitos por dia (sem malícia tá gente), era papel de bala pra todo lado. Naquela tarde ficamos sem banho, afinal as 7 horas, teríamos nossa final contra o pessoal do Modelo, antes do nosso jogo teríamos Frei Seráfico contra as meninas do vôlei, e depois a semi final do futsal masculino.
Mais uma vez, pisávamos no chão da quadra FUVAE, ao chegar lá, presenciamos o jogo de Palomar X Nazaré. As meninas do Nazaré eram lindas, simpáticas e além de tudo, jogavam porque gostavam. Gritavam feito doidas, ainda nesse dia o grito de guerra que pegou foi: "Abram passagens que o terror chegouu, Nazaré dextruidooorCanossa e Nazaré, contra Frei Seráfico. A torcida do Frei era grande, com um pessoal de 18 anos, mas nós éramos unidos. Outro fato importante, que vocês saberão os detalhes no fim do terceiro dia, foi a aposta. Aposta desgraçada. Sentados eu, Felipe e Timachi, apostamos que se o time fosse campeão, eu e o preto dançaríamos de cueca, na madrugada do nosso quarto, mas essa é outra parte da história... Enquanto isso as meninas estavam em quadra, precisavam ganhar de qualquer jeito. Nós vencemos um set, elas venceram outro. O 1x1 levava ao tae break, e que tae break! O Frei saiu na frente em disparada. 6x2. E adivinhem ? Nós chegamos lá, a disputa ficava ponto a ponto, 11x11, 12x12, 13x13 e foi assim até o 15x15, quando o ponto foi nosso, e a Isa foi pro saque, ela que tem um excelente potencial nesse fundamento, mas vinha errando muito nos jogos. O juiz deu permissão, tenho na memória a expressão dela, quicando a bola, lançando e mandando ela na quadra adversária, ace. Fim de jogo. Lá fora, eu estava tão ansioso quanto elas ali, era uma disputa intensa, que no fim derramou lágrima de orgulho. Pronto, o bronze era delas ! Nesse jogo, eu realmente vi que elas gostavam de jogar, e faziam por amor.Eu vi que elas mereciam muito mais que qualquer outra, vi que elas podiam discutir mas se amavam, cada uma com seu jeito. Elas colocavam no peito, a mais inferior das medalhas, mas ela foi tão intensa que nunca brilhou tanto. Foi lindo!
Lá fora, o nosso time masculino aquecia, ao mesmo tempo encarava os olhares sarristas do pessoal do Modelo, que estava em uma rodinha ao nosso lado. Entramos em quadra, palavras de apoio e incentivo tomavam conta da equipe, a Virgínia reuniu todo mundo e disse que já havíamos enfrentados diversos desafios, aquele era o último, aquela era a hora. Talvez aquele time (fora o nosso, como diz a Adriana) fosse o mais forte, eles já tinham jogadas e esquemas, tinham tática e força ao mesmo tempo, e sabiam usar tudo o que tinham. Isso deu o primeiro set para eles. Eu olhava o pessoal, via desespero, ânimo, coragem, força e tudo que representa a força de vontade. Fomos para o segundo set, era ganhar ou ganhar, afinal nada estava garantido. O time acordou no geral, cada ponto era uma vibração estérica, uma união que eu nunca tinha visto antes. Ponto a ponto, o segundo set era fechado por nós, e para completar o meu estado tenso, viria o terceiro e último set. Voltei ao time, o jogo era até 15, logo no saque conseguimos vantagem, mas nada tirava minha concentração, e nem 6 pontos de vantagem demonstravam que havia algo garantido. Não lembro com exatidão o placar, mas lembro quando fui para o saque, talvez uma das coisas que eu mais goste de fazer, porém, tinha errado alguns nos outros sets. Lembro de ouvir a voz da Maria, bem no fundo, dizendo: Vai Victor, eu te amo! Respirei fundo, fechei os olhos, esperei o apito e fui. Era o 10º ponto do time, e o meu primeiro de saque. Depois dele, fui até os 13, tinha pego auto-confiança e muita felicidade. Erramos, ponto pro Modelo. A vantagem favorecia e muito o nosso time, e o ponto era mais uma vez nosso. 14x8, último saque, Gabriel já estava pronto. Lembro que eu olhei pro chão da quadra, fiquei de cabeça baixa e pensei: "É agora que eu poderei gritar com a consciência limpa." Levantei a cabeça devagar, olhei pra frente e tudo o que eu vi foi a bola caindo. O infantil era ouro ! Toda a energia que eu tinha, ficou fosca, minhas pernas bambas, e de voz rouca, todos faziam esforço pra gritar. Caí no chão, era impossível não se emocionar com os 10 garotos, menores que todos os outros, que mostraram superioridade dentro e fora de quadra. Abracei todo o pessoal que estava lá, apertei bem forte a Maria, e girei com ela no meio da quadra. O Lucas estava emocionado, o Rafinha então, nem se fala. Receber aquele pedaço de metal, pintado de dourado, valia mais que muito dinheiro nesse mundo. Muito mesmo.
Agora vem a parte que mais derramou lágrimas no JERP, mas essas lágrimas eram de tristeza. Agora vem também a Maldita Greice, que eu citei na primeira parte, e disse que na hora certa vocês saberiam quem ela é. Depois do nosso jogo, viria a semi final do futsal masculino. Porém os horários eram muito próximos e havia uma certeza de atraso. Por isso foi avisado a Greice, logo na manhã, que ela modificasse, ou conversasse com o adversário para que nos esperasse. O jogo estava marcado para 20:00 horas. Saímos da FUVAE o mais rápido possível, e chegamos no ginásio 20:45. Desespero total ! Vimos os árbitros sentados, descansando, e a quadra vazia. Ouvimos uma única coisa, que desabou todo mundo: W.O. Pra quem não sabe, derrota por W.O é quando seu time atrasa, excede o tempo e perde a chance de jogar. Olhei no banco, vi o choro mais profundo do Tiaguinho, Bruno, e os que não choravam, ficavam imóveis, ou descontando a raiva na bola. De quem seria a culpa? Onde encontrar uma possível solução? Ela mesmo, Greice. Essa mulher é a coordenadora e responsável pelo JERP. Ela adorava fazer c@**#$ e na hora desaparece. Ela tinha sido avisada e mesmo assim não tomou nenhuma atitude. Fizemos todas as ligações possíveis, e mais tarde Virgínia e Adriana iriam à comissão dos jogos entrar em um acordo. O resto do pessoal iria a pizzaria comemorar o terceiro dia e o campeonato inteiro, já que aquela era a ultima noite de todo mundo junto, ali. O tempo voava, ríamos e ao mesmo tempo morríamos de sono. 41 pessoas na calçada da rua, parando o movimento, com uniforme de jogo, sorriso estampado. Ali, eu ficava vesgo só pra irritar o pessoal, a Li e a Adriana encontraram o cara da farmácia, que vendeu o "remedinho" que elas precisavam, meu pensamento ficava nos momentos que tinha vivido em todos aqueles jogos. Era tarde, voltamos pra nossa casa postiça.
Era o pior horário pra se tomar banho, não por quantidade de pessoas, mas por estado de higiene. O Lucas, tinha posto até pijama, mas insistimos para que ele deixasse de ser o porco da turma. 11:30 da noite, e o time de guerreiros do canossa, tomando banho. Subimos ao quarto, esperando notícias de Virginia e Adriana, sobre a decisão da semi final dos meninos. Mais tarde, elas chegaram, a boa notícia era que eles teriam o jogo, e a má era que ele seria as 8:30 da manhã. Era a última noite, e tínhamos planos de ficar acordado até o dia amanhecer, mas pra eles não dava.
Porém, tinha o pessoal que jogou só vôlei masculino, e não acordaria cedo no dia seguinte. Decidimos que ficaríamos o máximo possível, naquela noite, eu e o preto precisávamos cumprir a aposta que eu citei no 7º parágrafo. Mas antes dela, havia muito tempo pra ficar em vão, então acendemos todos os celulares, em uma rodinha, eu, Felipe, Lucas, Timachi, Rafinha e a Li, passamos a noite conversando. Falamos de falsidade, de escola, de meninas, expomos opiniões, demos risadas, falamos bem e mal, e na simplicidade de tudo isso, esse foi um dos momentos marcantes pra mim. 2:30 da manhã, tinha que ser naquele momento. Todo pessoal já tinha dormido, só nós acordados e ao som de Toxic - Britney Spears, tivemos que dançar de cueca, chupando aqueles pirulitos que sobraram. Não posso entrar em detalhes porque foi combinado, mas naquela noite o Felipe se tornava a putinha preta, e eu o cara da cueca amarela, e da vermelha roubada. Fim daquela noite? Ainda não, Timachi e eu precisamos passar pasta no pessoal, ou não iríamos dormir tranquilos. Depois sim, deitamos, cansados, ouvindo a Eliane roncar, e enfim dormimos.
Mas de novo, logo eu venho com mais emoções, agora não dá ):
Tomamos nosso café, agora acostumados ao ritmo e sem moleza. Como de costume, 8 horas da matina e nós batendo bola no pátio. O primeiro desafio, seria das meninas. As 10 horas, fomos até o ginásio, e vou falar da torcida, que não pode passar em branco nesse texto. Cada ponto, tinha uma vibração única, cada bola na rede, cada balanço de rede, era fazer com que o ginásio parasse. Era gritar com todas as força, nas horas de incentivo, era acreditar que não existiam pessoas dentro e fora de quadra, sabíamos que juntos formávamos uma equipe, sem sexo, idade ou raça. Gritar tanto, deixou metade dos atletas roucos ou até mesmo sem voz, mérito e orgulho do "Canossa".
Júlia, Letícia, Heloísa, Gabi, Letícia Z, Mariana, Marina, Amanda, Bruna e Verena entravam em quadra, descontraídas, talvez para disfarçar um nervosismo. O jogo delas marcou desentendimentos entre o próprio time, mas elas souberam levantar a cabeça, lutar como verdadeiras guerreiras, e ao fim de um apito, levantaram o troféu mais importante, e colocavam o ouro no pescoço. Aplaudimos com o orgulho e o olhos brilhando. Meio dia, Frei Seráfico desafiava o nosso vôlei masculino. Almoçamos, e falando de mim, eu tinha uma segurança gigante, eu esperava a hora de chegar naquele ginásio, de jogar, de comemorar. Entrávamos no ônibus, veículo do Claudião que transportava os guerreiros. Toda vez, eu tinha o meu ritual pessoal. Sentava na janela, ficava olhando o céu, olhando cada árvore, rezando, me concentrando.
Entrar na FUVAE (quadra dos jogos de vôlei), despertou os risinhos da equipe adversária, já que, eles tinham quase 1,90 cm, e o nosso time não passava de 1,70 cm. A primeira vitória deu o incentivo de muita força, e nós confiamos. Meu coração batia forte o tempo todo, mas eu estava feliz. Nesse jogo, me senti confiante fazendo pontos de saque, me sentia forte ao ver os 5 "gigantes" que lutavam comigo. Com toda garra, completamos 2 sets a 0. Retornar ao centro da quadra, cumprimentar os adversários, foi inesquecível. Quem poderia tirar onda com a nossa cara agora ? Fomos avisados, 7 horas do noite, o último desafio: Colégio Modelo de Nova Friburgo - RJ. Aquele jogo trouxe a tona o nosso lema: "il il il, segura o infantil!" Ninguém esquecerá o Rafinha, menor de todos, sacando por cima, fazendo ace, e por estratégia, deixar no chão um bloqueio que dava 3 dele.
Mas o maior desafio desse terceiro dia, (fora os jogos claro, hahaha) foi ter que aguentar Maria Clara e Adriel fazendo as piores piadas, falando as maiores bostas, como por exemplo: Qual dos teletubies é azul ? Como se isso não bastasse, eles nunca mais pararam, literalmente. Irritou demais, porém admito que foi engraçado. (Mesmo assim Adriel neguinho, a Maria é MINHA tá, e da Lú também). Voltamos pro quarto, naquele dia o intestino dos nossos companheiros resolveu danificar a estrutura do alojamento. O Paganotti chupa uma bala, já precisa ir ao banheiro ou poluir o ar, o Bruno não muito bem, resolveu tomar LactoPurga. Adivinhem no que tudo isso resultou ? Os dois únicos vasos sanitários do banheiro de cima interditados! Isso mesmo, tinha um aviso nas duas portas: "Vaso sanitário interditado, favor não usar". O Paganotti tem realmente problemas na parte de higiene. Ficar dois dias com a mesma cueca, tomar banho e colocar a mesma roupa, pra colaborar entupir o banheiro. Boa.
A tarde no alojamento serviu para fazer novas amizades, e reconhecer que existem pessoas com bom caráter. Atravessando o "refeitório", tinha-se uma quadra de vôlei, e ali reencontramos nossos primeiros adversário, o pessoal do Juarez, derrotados por 2X0 no vôlei masculino. Reunimos Canossa e Juarez em times mistos, conversamos, elogiamos uns os outros, debatemos o jogo e os próximos adversários. Conheci pessoas simpáticas. São tais pessoas, que eu trouxe na mala de volta, com uma recordação de carinho. Depois do vôlei, o quarto dos meninos acabava com balas, chicletes e pirulitos que a Li levou. Acreditem, eram muitos doces mesmo! Acho que eu e o Felipes chupamos uns 7 pirulitos por dia (sem malícia tá gente), era papel de bala pra todo lado. Naquela tarde ficamos sem banho, afinal as 7 horas, teríamos nossa final contra o pessoal do Modelo, antes do nosso jogo teríamos Frei Seráfico contra as meninas do vôlei, e depois a semi final do futsal masculino.
Mais uma vez, pisávamos no chão da quadra FUVAE, ao chegar lá, presenciamos o jogo de Palomar X Nazaré. As meninas do Nazaré eram lindas, simpáticas e além de tudo, jogavam porque gostavam. Gritavam feito doidas, ainda nesse dia o grito de guerra que pegou foi: "Abram passagens que o terror chegouu, Nazaré dextruidooorCanossa e Nazaré, contra Frei Seráfico. A torcida do Frei era grande, com um pessoal de 18 anos, mas nós éramos unidos. Outro fato importante, que vocês saberão os detalhes no fim do terceiro dia, foi a aposta. Aposta desgraçada. Sentados eu, Felipe e Timachi, apostamos que se o time fosse campeão, eu e o preto dançaríamos de cueca, na madrugada do nosso quarto, mas essa é outra parte da história... Enquanto isso as meninas estavam em quadra, precisavam ganhar de qualquer jeito. Nós vencemos um set, elas venceram outro. O 1x1 levava ao tae break, e que tae break! O Frei saiu na frente em disparada. 6x2. E adivinhem ? Nós chegamos lá, a disputa ficava ponto a ponto, 11x11, 12x12, 13x13 e foi assim até o 15x15, quando o ponto foi nosso, e a Isa foi pro saque, ela que tem um excelente potencial nesse fundamento, mas vinha errando muito nos jogos. O juiz deu permissão, tenho na memória a expressão dela, quicando a bola, lançando e mandando ela na quadra adversária, ace. Fim de jogo. Lá fora, eu estava tão ansioso quanto elas ali, era uma disputa intensa, que no fim derramou lágrima de orgulho. Pronto, o bronze era delas ! Nesse jogo, eu realmente vi que elas gostavam de jogar, e faziam por amor.Eu vi que elas mereciam muito mais que qualquer outra, vi que elas podiam discutir mas se amavam, cada uma com seu jeito. Elas colocavam no peito, a mais inferior das medalhas, mas ela foi tão intensa que nunca brilhou tanto. Foi lindo!
Lá fora, o nosso time masculino aquecia, ao mesmo tempo encarava os olhares sarristas do pessoal do Modelo, que estava em uma rodinha ao nosso lado. Entramos em quadra, palavras de apoio e incentivo tomavam conta da equipe, a Virgínia reuniu todo mundo e disse que já havíamos enfrentados diversos desafios, aquele era o último, aquela era a hora. Talvez aquele time (fora o nosso, como diz a Adriana) fosse o mais forte, eles já tinham jogadas e esquemas, tinham tática e força ao mesmo tempo, e sabiam usar tudo o que tinham. Isso deu o primeiro set para eles. Eu olhava o pessoal, via desespero, ânimo, coragem, força e tudo que representa a força de vontade. Fomos para o segundo set, era ganhar ou ganhar, afinal nada estava garantido. O time acordou no geral, cada ponto era uma vibração estérica, uma união que eu nunca tinha visto antes. Ponto a ponto, o segundo set era fechado por nós, e para completar o meu estado tenso, viria o terceiro e último set. Voltei ao time, o jogo era até 15, logo no saque conseguimos vantagem, mas nada tirava minha concentração, e nem 6 pontos de vantagem demonstravam que havia algo garantido. Não lembro com exatidão o placar, mas lembro quando fui para o saque, talvez uma das coisas que eu mais goste de fazer, porém, tinha errado alguns nos outros sets. Lembro de ouvir a voz da Maria, bem no fundo, dizendo: Vai Victor, eu te amo! Respirei fundo, fechei os olhos, esperei o apito e fui. Era o 10º ponto do time, e o meu primeiro de saque. Depois dele, fui até os 13, tinha pego auto-confiança e muita felicidade. Erramos, ponto pro Modelo. A vantagem favorecia e muito o nosso time, e o ponto era mais uma vez nosso. 14x8, último saque, Gabriel já estava pronto. Lembro que eu olhei pro chão da quadra, fiquei de cabeça baixa e pensei: "É agora que eu poderei gritar com a consciência limpa." Levantei a cabeça devagar, olhei pra frente e tudo o que eu vi foi a bola caindo. O infantil era ouro ! Toda a energia que eu tinha, ficou fosca, minhas pernas bambas, e de voz rouca, todos faziam esforço pra gritar. Caí no chão, era impossível não se emocionar com os 10 garotos, menores que todos os outros, que mostraram superioridade dentro e fora de quadra. Abracei todo o pessoal que estava lá, apertei bem forte a Maria, e girei com ela no meio da quadra. O Lucas estava emocionado, o Rafinha então, nem se fala. Receber aquele pedaço de metal, pintado de dourado, valia mais que muito dinheiro nesse mundo. Muito mesmo.
Agora vem a parte que mais derramou lágrimas no JERP, mas essas lágrimas eram de tristeza. Agora vem também a Maldita Greice, que eu citei na primeira parte, e disse que na hora certa vocês saberiam quem ela é. Depois do nosso jogo, viria a semi final do futsal masculino. Porém os horários eram muito próximos e havia uma certeza de atraso. Por isso foi avisado a Greice, logo na manhã, que ela modificasse, ou conversasse com o adversário para que nos esperasse. O jogo estava marcado para 20:00 horas. Saímos da FUVAE o mais rápido possível, e chegamos no ginásio 20:45. Desespero total ! Vimos os árbitros sentados, descansando, e a quadra vazia. Ouvimos uma única coisa, que desabou todo mundo: W.O. Pra quem não sabe, derrota por W.O é quando seu time atrasa, excede o tempo e perde a chance de jogar. Olhei no banco, vi o choro mais profundo do Tiaguinho, Bruno, e os que não choravam, ficavam imóveis, ou descontando a raiva na bola. De quem seria a culpa? Onde encontrar uma possível solução? Ela mesmo, Greice. Essa mulher é a coordenadora e responsável pelo JERP. Ela adorava fazer c@**#$ e na hora desaparece. Ela tinha sido avisada e mesmo assim não tomou nenhuma atitude. Fizemos todas as ligações possíveis, e mais tarde Virgínia e Adriana iriam à comissão dos jogos entrar em um acordo. O resto do pessoal iria a pizzaria comemorar o terceiro dia e o campeonato inteiro, já que aquela era a ultima noite de todo mundo junto, ali. O tempo voava, ríamos e ao mesmo tempo morríamos de sono. 41 pessoas na calçada da rua, parando o movimento, com uniforme de jogo, sorriso estampado. Ali, eu ficava vesgo só pra irritar o pessoal, a Li e a Adriana encontraram o cara da farmácia, que vendeu o "remedinho" que elas precisavam, meu pensamento ficava nos momentos que tinha vivido em todos aqueles jogos. Era tarde, voltamos pra nossa casa postiça.
Era o pior horário pra se tomar banho, não por quantidade de pessoas, mas por estado de higiene. O Lucas, tinha posto até pijama, mas insistimos para que ele deixasse de ser o porco da turma. 11:30 da noite, e o time de guerreiros do canossa, tomando banho. Subimos ao quarto, esperando notícias de Virginia e Adriana, sobre a decisão da semi final dos meninos. Mais tarde, elas chegaram, a boa notícia era que eles teriam o jogo, e a má era que ele seria as 8:30 da manhã. Era a última noite, e tínhamos planos de ficar acordado até o dia amanhecer, mas pra eles não dava.
Porém, tinha o pessoal que jogou só vôlei masculino, e não acordaria cedo no dia seguinte. Decidimos que ficaríamos o máximo possível, naquela noite, eu e o preto precisávamos cumprir a aposta que eu citei no 7º parágrafo. Mas antes dela, havia muito tempo pra ficar em vão, então acendemos todos os celulares, em uma rodinha, eu, Felipe, Lucas, Timachi, Rafinha e a Li, passamos a noite conversando. Falamos de falsidade, de escola, de meninas, expomos opiniões, demos risadas, falamos bem e mal, e na simplicidade de tudo isso, esse foi um dos momentos marcantes pra mim. 2:30 da manhã, tinha que ser naquele momento. Todo pessoal já tinha dormido, só nós acordados e ao som de Toxic - Britney Spears, tivemos que dançar de cueca, chupando aqueles pirulitos que sobraram. Não posso entrar em detalhes porque foi combinado, mas naquela noite o Felipe se tornava a putinha preta, e eu o cara da cueca amarela, e da vermelha roubada. Fim daquela noite? Ainda não, Timachi e eu precisamos passar pasta no pessoal, ou não iríamos dormir tranquilos. Depois sim, deitamos, cansados, ouvindo a Eliane roncar, e enfim dormimos.
Mas de novo, logo eu venho com mais emoções, agora não dá ):
2 de nov. de 2010
JERP - 2010 Parte I (ida, primeiro e segundo dia)
Antes de tudo, vou dedicar esse texto as 41 pessoas que junto a mim, formaram 42 loucos que estiveram a bordo de uma "nave espacial" mais louca ainda na cidade dos ets. Vai pra toda equipe do colégio que confiou em nós, aos meus lindos amigos que ficaram aqui, torcendo por nós. Em especial pra Lú linda, que comemorou por pensamento cada vitória. Sem dúvida nenhuma para a Virgínia, que realmente treina os guerreiros. Pra incentivadora da alma, mamãe que adotou 17 meninos naquele quarto Eliane, o Solivan armado e a Tia Dri do intestino preso, a Irmã Antônia que planta bananeira também. Enfim, vai pro conjunto Canossianas, pra todas as famílias, pra todos os soldados dessa luta.
Faltava menos de um mês e tudo começou a dar errado, disseram que não iríamos, ou que metade iria, que seria cancelado. Mas aconteceu, e nós fomos a conhecida terrinha dos habitantes de outro planeta - Varginha -. Antes de tudo, a ansiedade se fez intensa e não existe palavra para definir a sensação de tudo isso. As 5 horas da manhã, do dia 29 de outubro, partia de Araras um ônibus cheio de jovens com o pensamento a milhões. Deixando para trás família e amigos que choravam por quererem estar juntos. A ida foi calma, conversávamos e riamos, os preguiçosos cochilavam junto com os que teriam os primeiros jogos. Fazíamos planos para o momento certo, cantávamos músicas em vão, e nada nos inquietava.
Chegar na manhã do dia 30, no Campus II de uma Universidade que seria um alojamento foi o "Era uma vez" dessa história, que terminará ao fim desse texto. Tenho a imagem dos colchões sendo carregados, da euforia de todos subindo aquela rampa gigantesca até os quartos, a arrumação rápida das camas, a disputa por quem ficaria de frente com a janela, foi tudo tão marcante como se o simples hábito de abrir os olhos fosse inédito. As 11 horas da manhã, veio o primeiro desafio para as meninas do vôlei. Tão nervosas, cansadas, deixaram que o coração falasse mais alto que a habilidade, e o jogo foi perdido. Nesse mesmo dia, o futsal masculino também foi desafiado, e falhou também. A primeira noite tinha desejo de ser agitada, mas atitude pra ser tranquila.
Cansados, fomos para a abertura dos jogos. Marcada para 20:00 e começando as 21:00. Quase dormindo em pé, depois que o som quebrou, e a Greice falava sozinha para 600 pessoas eufóricas (daqui uns parágrafos vocês saberão quem é Greice, a maldita Greice). Depois de muito torcer pra acontecer, a abertura acabou e retornamos para nosso quarto, que abrigava os confortáveis colchões. Era hora de dormir, de agradecer a Deus a oportunidade de estar ali, de rezar para o jogo que teria amanhã, e pedir para que ele iluminasse quem ficou aqui.
O segundo dia reservava grandes emoções. Acordando cedo, com o astral la em cima, e a expectativa era grande. A rotina matutina era quase sempre a mesma, acordar, relembrar do dia anterior, formar uma fila, tomar café e depois bater bola no pátio do alojamento. Jogos para todas as equipes, por isso não consigo contar os detalhes de alguns, já que não podíamos ver e jogar ao mesmo tempo. O dia começou as 10:00, o vôlei feminino entrava em cena contra o Palomar, uma escola com péssima disciplina e reconheço, bons atletas. Novamente perderam, não só por nervosismo, o adversário tinha certa qualidade. Era a nossa vez, voltamos ao alojamento, almoçamos juntos pela segunda vez, e 12:00 a equipe masculina enfrentava o Engenheiro Juarez Wanderley. Chegar na quadra, ver os adversários de 17 e 18 anos, confesso que gelou o estômago. O juiz apitava o inicio da partida, e acredite, nós botamos pra quebrar. Ponto a ponto, fechando o jogo com dois sets a zero. 25x21 e 25x22. Esse jogo dava o ponto de busca para o lugar mais alto do pódio, esse jogo dava aos garotos do interior de São Paulo o incentivo a lutar, gritar, e conseguir vencer os maiores obstáculos. Nesse mesmo dia as duas equipes de futsal também jogaram, e conseguiram a vitória. Não pude acompanhar o jogo, mas sei que foi bonito.
Retornamos mais uma vez ao alojamento (eu sei que essa frase está meio repetitiva, mas preciso falar dessa forma), cansados, tomamos um banho. Ao subir pro quarto, um fato que aconteceria, deixaria uma marca naquele JERP. Tomei meu banho, e deixei minha roupa toda junta, acabei deixando o shorts e a cueca caírem no chão do próprio quarto, quando dei falta peguei o shorts e a cueca acabou "voando" nas mãos da dona Eliane, que segurou e ficou dando risada para minha cara sem que eu percebesse, depois jogou ela em cima da minha mala como se eu não tivesse visto. Ali nascia o apelido de ladra de cuecas, ou Wando 2 ! (Mas atenção, em momento nenhum, isso foi uma atitude de desrespeito hein ! Aos cabeças fechadas, isso não passou de uma brincadeira. Que por sinal gerou risadas até o último dia)
Jantamos, comentamos dos jogos, da força de vontade e começávamos a nos preparar para uma festa, que aconteceria onde estávamos hospedados. A festa apresentava a Banda Elétrica, muito boa por sinal. Fomos até lá, a galera começou a se agitar, Em uma roda, eu ria com a Maria Clara do meu lado, até que resolvemos entrar no meio de todo mundo. Então eu, Timachi, Lucas, Felipe, Rafinha e a Li resolvemos que iríamos aproveitar da melhor forma, nos divertiríamos, já que um pessoal saiu e foi pra baixo no pátio.
Mesmo não estando lá fiquei sabendo que viram um sapo, e até agora fico imaginando o desespero das meninas, em foco a Maria Clara vendo o tal bicho, o bom foi que lá eles fizeram amizade com um pessoal de outra escola. Enquanto isso, lá em cima ao som de Jamil e uma noites, que o Lucas se revelou, extremamente empolgado, cantando tchau, i have to go now. Depois veio Sou praieiro, a música não havia nem começado e junto a mim, o preto começou a fazer a coreografia, o problema é que ficamos feito bobos, no meio de todo mundo, dançando sozinhos. Descíamos até o chão, requebrávamos feito loucos, muito envergonhados, mas não deixávamos de cair no ritmo da música. Nesse mesmo dia, as meninas da sétima deram uma enturmada com a gente. Entraram na nossa roda, Bê, Bruna e Letícia. Ainda lembro dos passos quando "Saia e BicicletinhaBeatrixxxxx, e ela falou: Não, não é Beatriz. Com o som do final do nome dela "reduzindo os s transformados em x". Acabou a festa, e o pessoal que estava comigo ficou sentado mais uns minutos falando mal dos outros, revelando o que pensávamos, retornando ao quarto, no sinal de recolher. Ainda nessa noite, brincamos de mímica no nosso quarto (masculino). Quer dizer, apenas o pessoal que dançou na festa, porque os outros dormiam se preparando para os jogos seguintes. Aquela noite foi mais agitada, com rápidas guerras de travesseiros.
Agora vou falar, um pouco do quarto feminino. As meninas mais lindas desse país, ficaram 3 noites em uma biblioteca. Nesse local rodeado por livros, elas foram dormir 1:30, porque ficaram falando mal de todo mundo, expondo o que cada uma pensa da outra, tiveram que ver o pijama da Irmã Antônia (que eu não vi, mas falaram que é engraçado), tiveram que aguentar a treinadora do Palomar, que ficava ao lado do quarto delas, roncando demaaais. Sofreram também, com o sério problema de gases com o filha da nossa técnica, a Fernanda. Ficaram apavoradas também, ao lembrar das cigarras que jogamos pelo quarto, já que o campus era cheio delas, e por ser hallowen, precisávamos de uma travessura. Naquela biblioteca, o clima estava um pouco tenso, porque a Marina tinha brigado com a Maria Clara por ciúmes, ficou o dia todo sem falar com ela, e uma fazia cara de bosta pra outra. Enfim, são mesmo muitas história. Mas ainda temos mais dois dias pela frente, e a volta pra casa. Até lá.
Beijos de um louco,
Victor
[ CONTINUA ]
Faltava menos de um mês e tudo começou a dar errado, disseram que não iríamos, ou que metade iria, que seria cancelado. Mas aconteceu, e nós fomos a conhecida terrinha dos habitantes de outro planeta - Varginha -. Antes de tudo, a ansiedade se fez intensa e não existe palavra para definir a sensação de tudo isso. As 5 horas da manhã, do dia 29 de outubro, partia de Araras um ônibus cheio de jovens com o pensamento a milhões. Deixando para trás família e amigos que choravam por quererem estar juntos. A ida foi calma, conversávamos e riamos, os preguiçosos cochilavam junto com os que teriam os primeiros jogos. Fazíamos planos para o momento certo, cantávamos músicas em vão, e nada nos inquietava.
Chegar na manhã do dia 30, no Campus II de uma Universidade que seria um alojamento foi o "Era uma vez" dessa história, que terminará ao fim desse texto. Tenho a imagem dos colchões sendo carregados, da euforia de todos subindo aquela rampa gigantesca até os quartos, a arrumação rápida das camas, a disputa por quem ficaria de frente com a janela, foi tudo tão marcante como se o simples hábito de abrir os olhos fosse inédito. As 11 horas da manhã, veio o primeiro desafio para as meninas do vôlei. Tão nervosas, cansadas, deixaram que o coração falasse mais alto que a habilidade, e o jogo foi perdido. Nesse mesmo dia, o futsal masculino também foi desafiado, e falhou também. A primeira noite tinha desejo de ser agitada, mas atitude pra ser tranquila.
Cansados, fomos para a abertura dos jogos. Marcada para 20:00 e começando as 21:00. Quase dormindo em pé, depois que o som quebrou, e a Greice falava sozinha para 600 pessoas eufóricas (daqui uns parágrafos vocês saberão quem é Greice, a maldita Greice). Depois de muito torcer pra acontecer, a abertura acabou e retornamos para nosso quarto, que abrigava os confortáveis colchões. Era hora de dormir, de agradecer a Deus a oportunidade de estar ali, de rezar para o jogo que teria amanhã, e pedir para que ele iluminasse quem ficou aqui.
O segundo dia reservava grandes emoções. Acordando cedo, com o astral la em cima, e a expectativa era grande. A rotina matutina era quase sempre a mesma, acordar, relembrar do dia anterior, formar uma fila, tomar café e depois bater bola no pátio do alojamento. Jogos para todas as equipes, por isso não consigo contar os detalhes de alguns, já que não podíamos ver e jogar ao mesmo tempo. O dia começou as 10:00, o vôlei feminino entrava em cena contra o Palomar, uma escola com péssima disciplina e reconheço, bons atletas. Novamente perderam, não só por nervosismo, o adversário tinha certa qualidade. Era a nossa vez, voltamos ao alojamento, almoçamos juntos pela segunda vez, e 12:00 a equipe masculina enfrentava o Engenheiro Juarez Wanderley. Chegar na quadra, ver os adversários de 17 e 18 anos, confesso que gelou o estômago. O juiz apitava o inicio da partida, e acredite, nós botamos pra quebrar. Ponto a ponto, fechando o jogo com dois sets a zero. 25x21 e 25x22. Esse jogo dava o ponto de busca para o lugar mais alto do pódio, esse jogo dava aos garotos do interior de São Paulo o incentivo a lutar, gritar, e conseguir vencer os maiores obstáculos. Nesse mesmo dia as duas equipes de futsal também jogaram, e conseguiram a vitória. Não pude acompanhar o jogo, mas sei que foi bonito.
Retornamos mais uma vez ao alojamento (eu sei que essa frase está meio repetitiva, mas preciso falar dessa forma), cansados, tomamos um banho. Ao subir pro quarto, um fato que aconteceria, deixaria uma marca naquele JERP. Tomei meu banho, e deixei minha roupa toda junta, acabei deixando o shorts e a cueca caírem no chão do próprio quarto, quando dei falta peguei o shorts e a cueca acabou "voando" nas mãos da dona Eliane, que segurou e ficou dando risada para minha cara sem que eu percebesse, depois jogou ela em cima da minha mala como se eu não tivesse visto. Ali nascia o apelido de ladra de cuecas, ou Wando 2 ! (Mas atenção, em momento nenhum, isso foi uma atitude de desrespeito hein ! Aos cabeças fechadas, isso não passou de uma brincadeira. Que por sinal gerou risadas até o último dia)
Jantamos, comentamos dos jogos, da força de vontade e começávamos a nos preparar para uma festa, que aconteceria onde estávamos hospedados. A festa apresentava a Banda Elétrica, muito boa por sinal. Fomos até lá, a galera começou a se agitar, Em uma roda, eu ria com a Maria Clara do meu lado, até que resolvemos entrar no meio de todo mundo. Então eu, Timachi, Lucas, Felipe, Rafinha e a Li resolvemos que iríamos aproveitar da melhor forma, nos divertiríamos, já que um pessoal saiu e foi pra baixo no pátio.
Mesmo não estando lá fiquei sabendo que viram um sapo, e até agora fico imaginando o desespero das meninas, em foco a Maria Clara vendo o tal bicho, o bom foi que lá eles fizeram amizade com um pessoal de outra escola. Enquanto isso, lá em cima ao som de Jamil e uma noites, que o Lucas se revelou, extremamente empolgado, cantando tchau, i have to go now. Depois veio Sou praieiro, a música não havia nem começado e junto a mim, o preto começou a fazer a coreografia, o problema é que ficamos feito bobos, no meio de todo mundo, dançando sozinhos. Descíamos até o chão, requebrávamos feito loucos, muito envergonhados, mas não deixávamos de cair no ritmo da música. Nesse mesmo dia, as meninas da sétima deram uma enturmada com a gente. Entraram na nossa roda, Bê, Bruna e Letícia. Ainda lembro dos passos quando "Saia e BicicletinhaBeatrixxxxx, e ela falou: Não, não é Beatriz. Com o som do final do nome dela "reduzindo os s transformados em x". Acabou a festa, e o pessoal que estava comigo ficou sentado mais uns minutos falando mal dos outros, revelando o que pensávamos, retornando ao quarto, no sinal de recolher. Ainda nessa noite, brincamos de mímica no nosso quarto (masculino). Quer dizer, apenas o pessoal que dançou na festa, porque os outros dormiam se preparando para os jogos seguintes. Aquela noite foi mais agitada, com rápidas guerras de travesseiros.
Agora vou falar, um pouco do quarto feminino. As meninas mais lindas desse país, ficaram 3 noites em uma biblioteca. Nesse local rodeado por livros, elas foram dormir 1:30, porque ficaram falando mal de todo mundo, expondo o que cada uma pensa da outra, tiveram que ver o pijama da Irmã Antônia (que eu não vi, mas falaram que é engraçado), tiveram que aguentar a treinadora do Palomar, que ficava ao lado do quarto delas, roncando demaaais. Sofreram também, com o sério problema de gases com o filha da nossa técnica, a Fernanda. Ficaram apavoradas também, ao lembrar das cigarras que jogamos pelo quarto, já que o campus era cheio delas, e por ser hallowen, precisávamos de uma travessura. Naquela biblioteca, o clima estava um pouco tenso, porque a Marina tinha brigado com a Maria Clara por ciúmes, ficou o dia todo sem falar com ela, e uma fazia cara de bosta pra outra. Enfim, são mesmo muitas história. Mas ainda temos mais dois dias pela frente, e a volta pra casa. Até lá.
Beijos de um louco,
Victor
[ CONTINUA ]
I Believe in Peace.
Mudei o nome do blog. Deixou de ser victogodoycarpini.blogspot.com e agora se tornou ibelieveinpeace.blogspot.com . Talvez porque eu tenha enjoado um pouco, mas isso tem um bom motivo. Quem sou eu, se antes mesmo de ser eu mesmo, não acredito na paz ? E o que é a paz? O que é acreditar nela? Acredito na minha paz, antes mesmo da paz mundial. Enquanto não estiver bem comigo mesmo, nunca serei capaz de promover algo tão forte no coração do outro. Enquanto não respirar, 24 horas por dia os meu objetivos, eu não os levarei mais adiante. Mas eu cheguei até aqui, fraquejei, pensei em voltar para trás, e entre todos os argumentos que tenho, o mais concreto é que eu acredito na paz. Acredito em mim mesmo
24 de out. de 2010
Confusos, confusos sentimentos.
Eu já nem sei o que dizer e esperar de mim mesmo. Parece que algo aconteceu e transformou tudo. Mas nada aconteceu, nada que eu possa chamar de fato concreto. Talvez por sentir falta de algumas coisas e misturei as suas intenções com as minhas, ou deixei o lado fértil da minha imaginação escapar. Tudo que sei é que agora estou confuso, querendo entender se devo arriscar ou esquecer tudo isso.
Eu poderia me arriscar, e se desse errado ficaria traumatizado. Poderia esquecer, mas ficar pensando se isso daria certo. Aos poucos tudo se confunde sem nexo e rumo nenhum. Tudo o que eu mais queria agora, é acordar amanhã e que tudo estivesse no seu lugar, como sempre foi ou como deve ser. Pra falar a verdade, minha vontade é arriscar, me jogar, falar, mas o meu medo bate tão forte como nunca. E se eu me iludi realmente ? Eu queria tomar partido de mim mesmo, ser forte e independente dos meus sentimentos. Mas tudo perderia a graça. Ainda assim, tudo permanece confuso, tão confuso.
Eu poderia me arriscar, e se desse errado ficaria traumatizado. Poderia esquecer, mas ficar pensando se isso daria certo. Aos poucos tudo se confunde sem nexo e rumo nenhum. Tudo o que eu mais queria agora, é acordar amanhã e que tudo estivesse no seu lugar, como sempre foi ou como deve ser. Pra falar a verdade, minha vontade é arriscar, me jogar, falar, mas o meu medo bate tão forte como nunca. E se eu me iludi realmente ? Eu queria tomar partido de mim mesmo, ser forte e independente dos meus sentimentos. Mas tudo perderia a graça. Ainda assim, tudo permanece confuso, tão confuso.
11 de out. de 2010
Aprenda;
As dores que carregamos podem durar para sempre, se você permitir. Você pode ser o melhor hoje, e pensar que tem o mundo aos seu pés, ninguém vai mudar sua forma de pensar e você vai achar que está certo sempre, mas a vida não é boba. E faz questão de ensinar quem precisa.
Aprendi cada passo que dei, cada tropeço e quantos foram. Quantas decepções, quantas mágoas. Aprenda que o mundo é frio, que as pessoas não terão pena de você. Seja forte. Caminhe com toda cautela possível, afinal vão armar muitas armadilhas para você. A sua maior arma vem de dentro, e só você saberá a força que tem no coração. Ame com todas as suas forças, se jogue nos braços de alguém, grite quando estiver com vontade e o que tiver que ser será. Nos ensinaram a andar, comer, escrever e desenvolver capacidades. Mas viver aprendemos sozinhos, trilhando caminhos nessa louca nave, lutando por todos os sonhos, rindo do passado e aprendendo. Sempre aprendendo
Aprendi cada passo que dei, cada tropeço e quantos foram. Quantas decepções, quantas mágoas. Aprenda que o mundo é frio, que as pessoas não terão pena de você. Seja forte. Caminhe com toda cautela possível, afinal vão armar muitas armadilhas para você. A sua maior arma vem de dentro, e só você saberá a força que tem no coração. Ame com todas as suas forças, se jogue nos braços de alguém, grite quando estiver com vontade e o que tiver que ser será. Nos ensinaram a andar, comer, escrever e desenvolver capacidades. Mas viver aprendemos sozinhos, trilhando caminhos nessa louca nave, lutando por todos os sonhos, rindo do passado e aprendendo. Sempre aprendendo
Capricorniano, de 20 de janeiro.
Cabeça dura e teimoso. Choro fácil como um abobalhado. Sou inseguro e sonho alto, quero sempre o melhor,quero ir além e me orgulhar de tudo isso. Amo animais, defendo até o fim minhas idéias e sou extremamente apegado aos amigos e a família. Não consigo não dar o meu melhor no que faço, e não me importar com as coisas, não consigo fugir ou não recordar. Já guardei mágoas e sofri demais, aprendi que sou forte o bastante para falar tudo o que penso, e ser extremamente impulsivo.
Não me apaixono fácil, mas quando me apaixono é pra valer, Acredito em um mundo melhor e que não exista impossível para quem acredita que ela não seja real. Não entro em brigas desnecessárias, mas a paciência deum capricorniano dura pouco e quando entro, é pra valer. Uso todas as minhas forças e todos os argumentos que guardei em minha trajetória. Sei que falam de mim, mas eu falo de vocês também. Tenho muita gente verdadeira ao meu lado e muita gente falsa, que não vale nem o prato que come.Tudo o que eu sei, é que a vida ensina que precisa. Mas essa lição eu já aprendi
Não me apaixono fácil, mas quando me apaixono é pra valer, Acredito em um mundo melhor e que não exista impossível para quem acredita que ela não seja real. Não entro em brigas desnecessárias, mas a paciência deum capricorniano dura pouco e quando entro, é pra valer. Uso todas as minhas forças e todos os argumentos que guardei em minha trajetória. Sei que falam de mim, mas eu falo de vocês também. Tenho muita gente verdadeira ao meu lado e muita gente falsa, que não vale nem o prato que come.Tudo o que eu sei, é que a vida ensina que precisa. Mas essa lição eu já aprendi
9 de out. de 2010
Acordarei de manhã.
Quero acordar cedo, com muita preguiça de sair da cama e mesmo assim ter que me levantar. Mas antes disso abrir os olhos e ficar olhando pro teto do meu quarto, me espreguiçar bem lentamente, relembrar do meu sonho dessa noite e planejar como espero que seja o meu dia.
Depois que me levantar da cama, quero ver sorrisos, quero ouvir bom dia, quero me sentir importante. Tudo isso sem cobrar ou exigir nada, absolutamente nada. Eu quero acordar bem comigo mesmo, e só assim estarei bem com o resto das pessoas, quero pensar que verei pessoas que amo e as 24 horas que seguirão até o outro amanhecer sejam melhores que essas.
Quero sair, me divertir, debater, questionar e talvez estar com preguiça desde manhã quando acordei cedo e fui dormir tarde, quero estar junto de quem amo, quero ouvir o celular tocar e não ignorar ele, quando desligar quero ouvir Eu te amo. É isso o que eu quero.
Após toda essa jornada ainda quero chegar em casa, ouvir música no ultimo, escrever e me deitar. Mas não quero dormir tão cedo, preciso ficar pensando no dia seguinte e em tudo que fiz hoje, quero dormir tarde já que no dia seguinte eu acordarei de manhã.
4 de out. de 2010
Eu disse que mudaria.
Vim forte como uma muralha, fique tranqüila eu aprendi a lição. Quem tem opinião não se cala, e com todos os tijolos que você arremessou contra mim já construí a minha fortaleza. Eu aprendi com meus próprios erros, e ficando quieto ali vendo os outros errarem tudo o que não poderia mais fazer. Eu me redimi, admiti meus erros, corri atrás e muitas vezes sofri por isso. Fui iludido, liguei por tudo que os outros falavam, tentei mudar, chorar lágrimas de muita tristeza e apesar de tudo consegui me levantar. E hoje eu estou aqui, mais forte do que nunca ! E não que eu queria me aparecer com isso, é uma questão de honra e amor próprio.
Nada é tão fácil assim, mas quando as coisas apertam e seus objetivos se tornam obrigação, você aprende. Aprende com alguém, e se mesmo assim tentar ignorar, aguarde.. Pessoas assim a própria vida faz questão de ensinar.
Eu mudei.
Nada é tão fácil assim, mas quando as coisas apertam e seus objetivos se tornam obrigação, você aprende. Aprende com alguém, e se mesmo assim tentar ignorar, aguarde.. Pessoas assim a própria vida faz questão de ensinar.
Eu mudei.
3 de out. de 2010
Tudo se torna, se tiver necessidade de tornar-se.
E quando a relação de amizade, afeto, amor ou até mesmo ódio acaba, tudo o que sobra são lembranças. Porém só existem lembranças se existirem motivos para que os momentos sejam lembrados. O que é para ser será, mas o que é eterno pode ser modificado antes que se eternize.
Os reflexos do passado virão, querendo ou não, como um flash, de histórias que buscarão no fundo da alma os melhores ou piores sentimentos. Só se concretiza o que marca, e nada marca em vão. Pense, como vai marcar o futuro ?
Os reflexos do passado virão, querendo ou não, como um flash, de histórias que buscarão no fundo da alma os melhores ou piores sentimentos. Só se concretiza o que marca, e nada marca em vão. Pense, como vai marcar o futuro ?
29 de set. de 2010
Cansei !
De tudo dar errado, de eu criar expectativas em vão e chegar no final me decepcionando. Cansei de fingir ser otimista, quando no fundo meu peito chora. Cansei de tudo!
26 de set. de 2010
Todos temos, todos somos.
Acordar de mal-humor, descontar a raiva em algo ou alguém inocente, sonhar com algo impossível, ficar o dia todo de pijama. Todos fazemos. Ter uma gota de desespero, cometer um erro, agir de forma errada ou falsa, ser julgado. Todo mundo tem um pouco disso, e de tudo. A diferença está em como cada um usa isso.
Todos queremos amigos diferentes, todos temos necessidades de contar algo pra uns e não para outros. Mas acredito que tudo pode ser reflexo. O amor que pulsa rápido, assim como chega rápido. A felicidade que dura pouco, mas é lembrada por todo sempre. É só olhar pelos sorrisos vagos que são expressos nas faces, você entenderia do que eu falo...
Todos queremos amigos diferentes, todos temos necessidades de contar algo pra uns e não para outros. Mas acredito que tudo pode ser reflexo. O amor que pulsa rápido, assim como chega rápido. A felicidade que dura pouco, mas é lembrada por todo sempre. É só olhar pelos sorrisos vagos que são expressos nas faces, você entenderia do que eu falo...
22 de set. de 2010
É uma voz, que vem de dentro.
Supera as barreiras, atravessa fronteiras. É um eco sem limites, além do horizonte, sem freios. É algo inexplicável, que vem de dentro, do onde eu nem sei citar aqui. Já não sei mais definir se é uma voz, um pensamento, a minha consciência ou simplesmente a minha imaginação. Sufoca se não sai, alivia quando expresso. É a voz do coração, a fala da alma ou a força que nunca some.
É a unica palavra que não omito, não tenho vergonha e assumo.. É o que vem de dentro, é intenso. É questão de opinião...
É a unica palavra que não omito, não tenho vergonha e assumo.. É o que vem de dentro, é intenso. É questão de opinião...
18 de set. de 2010
São os MEUS sonhos.
Estou começando a me acostumar com a idéia de que somos todos competidores, cada um por si e eu devo parar de ser tão preocupado com as coisas. Aprendi que a sociedade não tem pena de ninguém, e no fim sobra quem tiver mais vantagens e não talento, tenho a previsão que o mundo acabará em frieza, desprezo e sonhos destruídos. Idolatrar vai além de gostar, de querer, desejar, é uma questão de honra, de necessidade.
O meu fracasso poderia inspirar todos os textos que eu estou escrevendo, me canso de pensar na possibilidade de estar lá, de ir, de conhecer. Podem dizer tudo, absolutamente tudo, exceto que eu não dei o meu melhor. Sim, eu fiz tudo que estava ao meu alcance, meses, horas, ouvi, assisti, li, escrevi e falhei. Ainda não sei onde foi que eu errei ? Minha cabeça parece explodir, toda vez que ouço aquela musiquinha maldita dizendo : "EPTV na escola, se seu filho foi selecionado prepare-se pois a agitação vai começar" ! Eu acho melhor parar por aqui, estou apenas piorando minha auto-estima e isso não é a idéia do meu blog.
O meu fracasso poderia inspirar todos os textos que eu estou escrevendo, me canso de pensar na possibilidade de estar lá, de ir, de conhecer. Podem dizer tudo, absolutamente tudo, exceto que eu não dei o meu melhor. Sim, eu fiz tudo que estava ao meu alcance, meses, horas, ouvi, assisti, li, escrevi e falhei. Ainda não sei onde foi que eu errei ? Minha cabeça parece explodir, toda vez que ouço aquela musiquinha maldita dizendo : "EPTV na escola, se seu filho foi selecionado prepare-se pois a agitação vai começar" ! Eu acho melhor parar por aqui, estou apenas piorando minha auto-estima e isso não é a idéia do meu blog.
13 de set. de 2010
Aprenda de uma vez, isso não é só se importar.
Você é realmente teimosa não é mesmo ? Já disse que não faço nada por fazer, se é preciso sangue; meu sangue eu darei. Se for pra chorar, não despejarei uma lágrima, eu farei um rio. Isso vai além do que alguns conseguem imagina. É a força de um sentimentalismo que só atinge que consegue compreende-lo, ou seja, você nunca entenderia. Não faço pra superar você, isso é fácil, eu faço por uma questão de mérito a mim mesmo, porque do resto.... Não devo nada a ninguém. Sei que vou me ferir ? Claro, e sei ainda que vão conseguir isso com um piscar de olhos, mais eu sei que quando estiver em pé, caminhando, não precisarei mais me preocupar afinal vocês já estarão caídos. Obrigado, aos meus inimigos.
7 de set. de 2010
Cuidado, essa moda pega!
Se eu ficasse na monotonia de falar sobre amor e sentimentos, isso não passaria de um desabafo amoroso. Eu quero mais! Não que os que falam sobre amor sejam fracos, pelo contrário, são a resposta de diferentes pontos de vista e situações vividas para responder a crucial pergunta: "O que é o amor ?". Mas hoje a minha inspiração é outra, não podendo ir contra ela, vamos falar sobre o mundo. Seria uma constante evolução, conspiração ou contaminação ? Decorrente dos mais diversos assuntos, um 'espirro' de comportamento atinge mais da metade da sociedade, seja em música, moda, visual, comportamento e entre muitos outros. Se eu não fui claro, vou ser direto: aqui o que um faz real, outro copia, que passará para outros, outros, e outros mais.
Que mal há nisso ? A sociedade para mim, é uma unica espécie. E eu não falo do "homo-sapiens", onde a diferença maior está onde existe diferença, o comum é ser igual. A moda dos coloridos, o cabelo dos colírios, a musica da Lady Gaga ou do Justin Bieber, a Saga Crepúsculo! Ah, minha nossa! Calma, isso não é uma critica a nenhuma dessas coisas, não vejo mal em gostar, sinto cheiro de problema em aderir a onda devido todos gostarem disso. Enfim, eu não posso fazer nada além de construir a minha opinião, assim como muitas pessoas ao meu lado, ter a cabeça forte, opinião concreta e um estilo de vida, não uma máquina de xerox.
Que mal há nisso ? A sociedade para mim, é uma unica espécie. E eu não falo do "homo-sapiens", onde a diferença maior está onde existe diferença, o comum é ser igual. A moda dos coloridos, o cabelo dos colírios, a musica da Lady Gaga ou do Justin Bieber, a Saga Crepúsculo! Ah, minha nossa! Calma, isso não é uma critica a nenhuma dessas coisas, não vejo mal em gostar, sinto cheiro de problema em aderir a onda devido todos gostarem disso. Enfim, eu não posso fazer nada além de construir a minha opinião, assim como muitas pessoas ao meu lado, ter a cabeça forte, opinião concreta e um estilo de vida, não uma máquina de xerox.
1 de set. de 2010
ponto final ?
Fui além do que pensava, me desprendi demais e começo à me perder da matilha. É como se um lobo deixasse de ser selvagem e abandonasse sua tribo no meio da fria noite de caçada, e as lembranças fossem se desprendendo aos poucos, fazendo questão de irem pra bem distante e todo sentimento não é mais notório.
E nada mais me inspira, que a suave canção de inverno, triste mais bonita, já que nada é mais frio que o meu próprio caminho. Erguer a cabeça, bater de frente deve ser o meu forte, sabendo que haverá uma luz no fim do túnel, mesmo que tudo aparente ser o mais escuro possível e que nessa caverna sólida não existam saídas. Não peço que ninguém me segure, não que esteja recusando ajuda, mas acho que é um momento meu, eu comigo mesmo e interferências não venham a desejar resultados positivos. Está expresso em musicas, em frases, em pensamentos e dentro de mim. Não há distancia maior, do que ficar longe da própria alma; mas isso não acontece comigo, personalidade eu tenho!
Miley Cyrus cantou e repito se for preciso
E nada mais me inspira, que a suave canção de inverno, triste mais bonita, já que nada é mais frio que o meu próprio caminho. Erguer a cabeça, bater de frente deve ser o meu forte, sabendo que haverá uma luz no fim do túnel, mesmo que tudo aparente ser o mais escuro possível e que nessa caverna sólida não existam saídas. Não peço que ninguém me segure, não que esteja recusando ajuda, mas acho que é um momento meu, eu comigo mesmo e interferências não venham a desejar resultados positivos. Está expresso em musicas, em frases, em pensamentos e dentro de mim. Não há distancia maior, do que ficar longe da própria alma; mas isso não acontece comigo, personalidade eu tenho!
Miley Cyrus cantou e repito se for preciso
"I can almost see it
That dream I'm dreaming.
But there's a voice inside my head saying
you'll never reach it."
(...)
"There's always gonna be another mountain
I'm always gonna want to make it move
Always gonna be an uphill battle
Sometimes I'm going to have to lose
ain't about how fast I get there
ain't about what's waiting on the other side
It's the climb"
.
I'm always gonna want to make it move
Always gonna be an uphill battle
Sometimes I'm going to have to lose
ain't about how fast I get there
ain't about what's waiting on the other side
It's the climb"
.
18 de ago. de 2010
se for pra sonhar.
Que sonhe alto, tire os pés do chão com uma dose de bom senso, arrisque contando com a sorte ou não, mas faça. Não adianta acreditar no tarde demais, nem no prévio; basta acreditar que não há tempo certo e isso será suficiente. Nada de temer os adversários, muito menos entrar de cabeça feita, afinal a vida é uma longa jornada de pura construção. Mas, vou indo...preciso seguir em frente!
9 de ago. de 2010
aonde foi que eu errei?
Antes de tudo é bom deixar claro que não culpo mais nada e nem ninguém, a não ser eu mesmo. Sonhei acordado, sonhei enquanto dormia, pensei, chorei, ainda sabendo que nada adiantaria. Venerei desde anos atrás um mesmo momento, acreditando que minha hora chegaria. Não posso negar que estive sob uma altura não devida e talvez minha queda tenha sido ainda maior. Idolatrei tudo que passaria naquele dia, e agora sei que quando ele chegar nada do que preparei poderá acontecer, e afinal aonde foi que eu errei?
Não quero que me julguem por todas as lágrimas que já derramei por isso, quero apenas que entendam que fiquei à um degrau do meu sonho e agora regresso ao pé da escada. Foram minutos, horas, dias de muita agonia na ponta de um abismo, e depois de tanta agonia, esperando ser salvo tudo que recebi foi um empurrão.
Poucos adolescentes sonham com uma visita à uma central de jornalismo. Eu sou um deles. E depois de receber talvez, uma das principais chances, isso ainda continua no sonho, guardado na mente. E o destino, o acaso, e até Deus, quiseram assim. Só espero que essa história seja outra no amanhã....
Não quero que me julguem por todas as lágrimas que já derramei por isso, quero apenas que entendam que fiquei à um degrau do meu sonho e agora regresso ao pé da escada. Foram minutos, horas, dias de muita agonia na ponta de um abismo, e depois de tanta agonia, esperando ser salvo tudo que recebi foi um empurrão.
Poucos adolescentes sonham com uma visita à uma central de jornalismo. Eu sou um deles. E depois de receber talvez, uma das principais chances, isso ainda continua no sonho, guardado na mente. E o destino, o acaso, e até Deus, quiseram assim. Só espero que essa história seja outra no amanhã....
26 de jul. de 2010
Uma ilusão terrível, será?
Ilusão acreditar que não sou iludido, ou conseguirei um dia deixar de ser. Mas e você ? Será uma ilusão fruto de minha imaginação e dos reflexos do meu coração? Talvez por tanto desespero eu comece à enxergar o que gostaria que fosse real, ou enxergo coisas onde elas são distantes do que penso que são. Mas e se tudo isso for real, e eu estiver sendo pessimista omitindo que estou apaixonado ? Não...nossos mundos são extremos, diferentes e distantes. Independente do que seja, é bom. Há muito tempo não me sentia assim, ou ficava tão nervoso ao ver alguma garota. O tempo é tão curto, e eu tão esnobe com ele. Nunca faria nada diante disso, a não ser esperar uma atitude sem que seja a minha. Mais o quanto você é especial, só eu sei.
24 de jul. de 2010
E essa montanha russa, chamada vida .
Não posso negar que já cheguei na fila, olhei, e voltei para baixo. Lá apenas olhei. Não posso negar também que já tentei encarar com muita coragem e muitas vezes fraquejei. Mais o ser humano é curioso, ainda mais quando falamos de sensações, voltei para a fila, ainda maior, me desesperei, esbravejei, e nada adiantou. Então a fila anda, e chega minha vez. Pode ser oportunidade única, então preciso aproveitar, a cada estralo da subida meu coração fica mais nervoso. É a hora, depois de uma simples curva ela despenca e minhas mãos se elevam aos céus. Meu gritos demonstram felicidade e orgulho de estar ali... A cada curva, cada minuto neste carrinho me sinto mais forte, bem vindos a montanha russa de todos: a vida!
16 de jul. de 2010
É tudo tão monotono .
Vejo cores, fortes e intensas, mas vejo-as então, pálidas, brancas e pretas. Vejo uma repetição clara de cenas e momentos, como se tudo começasse novamente, e novamente, sem fim; sendo um ciclo monótono.
13 de jul. de 2010
" o que eu tenho é Sede "
"Quero viver, tenho sede de vida. Aguardo ansioso por boas e novas, tenho sede de aventura. Eu sou único, sou do mundo, sou essência, sonhador, sofredor. Tenho sede de mim mesmo. Quero voar sem asas, quero acreditar de olhos fechados, confiar sem medo. Eu tenho sede de amor. Quero liberdade, um passeio na bela tarde, quero me aprisionar, quero banho de chuva. Eu tenho sede de vivenciar. Quero ser mais e ter menos, quero querer ainda mais e poder lutar pelo poder, quero que você entenda mesmo que seja confuso. Eu tenho sede de confiança. Quero estar junto,lutar junto, sofrer junto, e contar junto. Tenho sede de companhia. Quero tudo, viver com tudo, aproveitar com tudo, com as melhores pessoas do mundo, e ai sim, vou saciar minha sede."
11 de jul. de 2010
Pedaço de papel . . .
" Não importa o quanto eu apague minhas suaves palavras no papel, escritas à lapis, letra pequena, pois sei que reescrevendo o texto quantas vezes for preciso chegarei falando de você, sempre. Isso talvez por ser minah inspiração, algo tão sútil e belo como o horizonte.
Não importa qual tamanho seja o pedaço do papel, farei sob as linhas tortas palavras que lembrarão você, lembrarão momentos, e muita coisa boa. Não importa a cor da caneta, ninguem repara nisso. E tudo que importa, é que citarei você, ao menos em uma palavra, ou em um texto, mas você estará lá sempre! "
Não importa qual tamanho seja o pedaço do papel, farei sob as linhas tortas palavras que lembrarão você, lembrarão momentos, e muita coisa boa. Não importa a cor da caneta, ninguem repara nisso. E tudo que importa, é que citarei você, ao menos em uma palavra, ou em um texto, mas você estará lá sempre! "
Desabafos de um amor partido . . .
Não quero que isso seja visto como meu 'eu' no personagem, quero que seja visto como uma história sem dono .
Fria madrugada e eu ainda acordado, sendo que poderia estar sob meu edredon e meus travesseiros descansando meu corpo e alma. Mesmo sabendo disso, gosto de ficar aqui, imaginando o nosso futuro e lembrando do seu beijos, seu toque que percorria minha nuca, nossas lembranças, e tudo que ainda está por vir.
Estamos loucos e enfurecidos de paixão, incontestável amor que nos une, nos fortalece e deixa uma vontade eterna de pedir bis. Repetir cada movimento, cada reação e tudo para ficar te olhando, admirando como você é linda e como fica ainda mais bonita sorrindo, mesmo tímida. Gosto de ouvir seus sussuros aclamando para que eu pare, mais você devia saber que eu nunca me contento com pouco e gosto de ir sempre além, gosto do seu abraço e da forma como você me arrepia quando me beija, gosto de fazer o que for, com você, gosto apenas de estar ao seu lado. E falando em presença, estaria mais tranquilizado sabendo que você nunca me deixaria, que as nossas juras não são da boca pra fora, e que a nossa história vai além de um final feliz.
Seria menos agonizante se todos os amores fossem correspondidos ao mínimo uma única vez, porém eles seriam muito previsíveis e sem graça. Mas ainda seriam casos de amor e assim ninguém sofreria ! Aposto que esse sentimento não foi criado com a intenção de deixar dores... Mas veja eu, pensando em você, que provavelmente à essas horas está deitada, nó 10º sono como dizem as pessoas. Me sinto um panaca só de pensar nisso, segundo as más línguas eu sou um adolescente rebelde, que segue a influencia. Sei o que sou e não me importo com o que os outros vou dizer. Só não sei o que você pensa e diz sobre mim, e isso já é outra história. Estaria mentindo e assim me tornando ainda mais bobo se falasse que sou forte e não ligo pra você, você é tão única, tão especial em cada palavra que sai da sua boca, em cada gesto que seu corpo gesticula que eu começo à crer que realmente não te mereço. Tão doce e ao mesmo tempo amadurecida, que não combinaríamos...Ah, devo ser otimista! Te amo de forma tão indescritível que ainda não sei como consegui falar tudo o que já foi dito aqui, mas de certa forma sei que nunca lerá isso. .... . . . .
É hora de dormir, ainda preciso sonhar com você e acordar pra minha dura realidade, já que tudo que eu disse, NUNCA ACONTECEU .
Fria madrugada e eu ainda acordado, sendo que poderia estar sob meu edredon e meus travesseiros descansando meu corpo e alma. Mesmo sabendo disso, gosto de ficar aqui, imaginando o nosso futuro e lembrando do seu beijos, seu toque que percorria minha nuca, nossas lembranças, e tudo que ainda está por vir.
Estamos loucos e enfurecidos de paixão, incontestável amor que nos une, nos fortalece e deixa uma vontade eterna de pedir bis. Repetir cada movimento, cada reação e tudo para ficar te olhando, admirando como você é linda e como fica ainda mais bonita sorrindo, mesmo tímida. Gosto de ouvir seus sussuros aclamando para que eu pare, mais você devia saber que eu nunca me contento com pouco e gosto de ir sempre além, gosto do seu abraço e da forma como você me arrepia quando me beija, gosto de fazer o que for, com você, gosto apenas de estar ao seu lado. E falando em presença, estaria mais tranquilizado sabendo que você nunca me deixaria, que as nossas juras não são da boca pra fora, e que a nossa história vai além de um final feliz.
Seria menos agonizante se todos os amores fossem correspondidos ao mínimo uma única vez, porém eles seriam muito previsíveis e sem graça. Mas ainda seriam casos de amor e assim ninguém sofreria ! Aposto que esse sentimento não foi criado com a intenção de deixar dores... Mas veja eu, pensando em você, que provavelmente à essas horas está deitada, nó 10º sono como dizem as pessoas. Me sinto um panaca só de pensar nisso, segundo as más línguas eu sou um adolescente rebelde, que segue a influencia. Sei o que sou e não me importo com o que os outros vou dizer. Só não sei o que você pensa e diz sobre mim, e isso já é outra história. Estaria mentindo e assim me tornando ainda mais bobo se falasse que sou forte e não ligo pra você, você é tão única, tão especial em cada palavra que sai da sua boca, em cada gesto que seu corpo gesticula que eu começo à crer que realmente não te mereço. Tão doce e ao mesmo tempo amadurecida, que não combinaríamos...Ah, devo ser otimista! Te amo de forma tão indescritível que ainda não sei como consegui falar tudo o que já foi dito aqui, mas de certa forma sei que nunca lerá isso. .... . . . .
É hora de dormir, ainda preciso sonhar com você e acordar pra minha dura realidade, já que tudo que eu disse, NUNCA ACONTECEU .
8 de jul. de 2010
Ah essa vida.
Tão breve, tão longa, tão complexa, tão sem nexo. Deixando marcas no peito, na alma, marcas não como as da praia, que as ondas apagam...Marcas como tatuagens, que ficam ali guardando histórias e mais histórias. Vida tão distante do que imaginamos que seria, tão dolorosa, tão sofrida. Vida que sonhamos, tão gostosa, tão querida. O que faço de minha vida ? Tão inesperada em tantos momentos. Procuro nos vocábulos algo que possa ser semelhante à palavra vida; mas não acho, a confusão já começa por nem saber ao certo o significado dessa palavra de apenas quatro letras e duas silabas. Tamanho singelo ao ponto de ser essencial para nossas almas, habitantes de mais um vago mundo distante.
Distante, distância que lembra horizonte. Horizonte sempre lá, intocável, intacto, encantador. Encantador como feitiço que não dá vontade de parar de olhar, admirando cada som, cada movimento. Agora percebo como tudo é vago, afinal começo falando de vida e em momento chego ao horizonte, como neste simples texto as coisas são vagas ao ponto de passar e acabar sem ninguém perceber.
Deveria amar um pouco mais, chorar um pouco menos, ouvir o silêncio um pouco mais, gritar o barulho um pouco menos, devia ser uma mistura de combinações e junções perfeitas que levariam à um ser de carne, osso, alma e coração. Não! Devo ser quem sou, errando, arrependendo, saindo das medidas, dos padrões e das esperas, esquecendo a perfeição já que ela é talvez como o horizonte intocável, inalcançável. Perfeição que deveria excluir da minha lista de necessidade, trocando-a por originalidade e autencidade, assim buscaria mais as coisas e me esforçaria mais por elas e ainda no fim as vitórias teriam um prazer imensamente maior.
Vida de sonhos, sonhos? Complementos para o cotidiano, as ações, os pensamentos, complementos que trazem sorrisos ou ilusões, complementos que incentiva uma busca incessante e incançavel por realizações e conquistas. Sonhos não passam de cubos de açúcar na xícara do café, ou seja necessárias para uns, desvalorizados por outros.
" Vagando por este vago espaço, vejo que 'vagas' preenchem os espaços, deixando-os ainda mais vagos e talvez isso se torne extremamente confuso e não interpretável. Pra você ver, como tudo fica vago a toa "
Distante, distância que lembra horizonte. Horizonte sempre lá, intocável, intacto, encantador. Encantador como feitiço que não dá vontade de parar de olhar, admirando cada som, cada movimento. Agora percebo como tudo é vago, afinal começo falando de vida e em momento chego ao horizonte, como neste simples texto as coisas são vagas ao ponto de passar e acabar sem ninguém perceber.
Deveria amar um pouco mais, chorar um pouco menos, ouvir o silêncio um pouco mais, gritar o barulho um pouco menos, devia ser uma mistura de combinações e junções perfeitas que levariam à um ser de carne, osso, alma e coração. Não! Devo ser quem sou, errando, arrependendo, saindo das medidas, dos padrões e das esperas, esquecendo a perfeição já que ela é talvez como o horizonte intocável, inalcançável. Perfeição que deveria excluir da minha lista de necessidade, trocando-a por originalidade e autencidade, assim buscaria mais as coisas e me esforçaria mais por elas e ainda no fim as vitórias teriam um prazer imensamente maior.
Vida de sonhos, sonhos? Complementos para o cotidiano, as ações, os pensamentos, complementos que trazem sorrisos ou ilusões, complementos que incentiva uma busca incessante e incançavel por realizações e conquistas. Sonhos não passam de cubos de açúcar na xícara do café, ou seja necessárias para uns, desvalorizados por outros.
" Vagando por este vago espaço, vejo que 'vagas' preenchem os espaços, deixando-os ainda mais vagos e talvez isso se torne extremamente confuso e não interpretável. Pra você ver, como tudo fica vago a toa "
7 de jul. de 2010
Mãe .
06/07/2010 - Você completa 30 anos, e agora com 14. Sua relação de vida com a minha é semelhante a que eu terei com o meu irmão, resumindo você passa tranquilamente da relação mãe e filho - Somos confidentes, amigos, irmãos e testemunhas de mais uma história familiar no mundo. Já discutimos tanto não é mesmo? Já chorei por causa de você, você já chorou por mim, já lutou para me defender assim como eu faço por você. Começamos por um ponto que hoje apenas você consegue descrever, porque eu era apenas um feto dentro de um ventre que nem sequer sabia o que estaria por vir e o que estava acontecendo, ou sabia mais não consigo recordar, nem procurando nas mais antigas das memórias. Vivenciamos momentos em conjunto, em nome de uma família que por obra do destino se uniu. Destino faceiro não é mesmo? Quer dizer, contráditorio, porque o mesmo destino que uniu, foi aquele que separou, deixando dores e lágrimas pelos cantos do nosso baú de recordações. Você se lamentava, e eu estava ali do seu lado, mesmo sendo apenas um garoto que não conhecia nem 1/3 da vida. Mas são lágrimas que caíram pálidas ao chão, secaram-se e ficam apagadas pelos versos e pela beleza de todas as vezes que dissemos: "Eu te amo", por tantas vezes que choramos e nos abraços ficando calados, como cúmplices de um ato secreto.
Nunca na vida poderei ser mãe, afinal homens são pais, mais sempre em meu caminho eu serei filho, filho que não consegue descrever o amor que sente e a sensação de te ver ao meu lado sempre, filho que nem sonha em viver sem você, filho que assume orgulho e responsabilidade em seu nome. Não importa onde eu esteja, dentro de uma mesma casa com você ou não, eu estou contigo e você em meu coração, você no ar que eu respiro e em toda minha pulsação. Temperamentos tão iguais, tão desesperados e nervosos, que de tão semelhantes geram atritos, que em segundos seguidos tornam-se sorrisos, beijos e abraços. Como eu te amo! Desejo-te o que? O que caberia a sua pessoa? Amor ? Felicidade? Carinho? Não, desnecessário quando você tem a mim, mesmo tão teimoso ainda consigo ao mínimo lhe dar isso. Desejo-lhe saúde, paz e união. Já que isso não se compra, e ninguém consegue.
Por onde eu for, pensarei em você, antes de bater minhas asas você estará em cima delas, e voaremos infinitamente juntos. Deus nos uniu, o sentimento e a força para que lutem juntos, e nada os vencerá!
Parabéns, de um filho suspeito à falar de ti, ja que te ama e te idolatra mais que tudo! Eu te amo
Nunca na vida poderei ser mãe, afinal homens são pais, mais sempre em meu caminho eu serei filho, filho que não consegue descrever o amor que sente e a sensação de te ver ao meu lado sempre, filho que nem sonha em viver sem você, filho que assume orgulho e responsabilidade em seu nome. Não importa onde eu esteja, dentro de uma mesma casa com você ou não, eu estou contigo e você em meu coração, você no ar que eu respiro e em toda minha pulsação. Temperamentos tão iguais, tão desesperados e nervosos, que de tão semelhantes geram atritos, que em segundos seguidos tornam-se sorrisos, beijos e abraços. Como eu te amo! Desejo-te o que? O que caberia a sua pessoa? Amor ? Felicidade? Carinho? Não, desnecessário quando você tem a mim, mesmo tão teimoso ainda consigo ao mínimo lhe dar isso. Desejo-lhe saúde, paz e união. Já que isso não se compra, e ninguém consegue.
Por onde eu for, pensarei em você, antes de bater minhas asas você estará em cima delas, e voaremos infinitamente juntos. Deus nos uniu, o sentimento e a força para que lutem juntos, e nada os vencerá!
Parabéns, de um filho suspeito à falar de ti, ja que te ama e te idolatra mais que tudo! Eu te amo
6 de jul. de 2010
Já não cabe à mim dizer o que houve, se já não sei nem bem como tudo aconteceu. Será que eu me sufoquei e me afoguei no próprio rancor das decepções ou até mesmo no meu ciúme que eu acreditava não existir. Sufoquei as lembranças de forma tão bruta que aos poucos elas se apagavam dentro da sua memória, mas na minha...memória sensível que chora, nada se apaga tão facilmente. ESPERA! Ainda nem falei com você, e nem sei se está mesmo acontecendo algo e já estou aqui, aos prantos! Não entendo mais nada, eu errei em algum ponto que não consigo achar, ou até mesmo acreditar... As coisas estão se inundando de uma forma tão banal, e não existe barco que resista a tão forte maré. Queria seu abraço, abraço que me confortou em tantas horas. ESTOU LOUCO! Porque estou falando de forma como se tudo estivesse acabado ? Sei que nada acabou, sei que eu me ceguei pelos sentimentos e estou enxergando coisas onde não existem nada. Me iludindo achando que brigamos, ou que você se decepcionou comigo. Porque as palavras machucam tanto ? Já comecei novamente a mesma coisa né? Melhor parar por aqui, sem nem antes ter ouvido você. Só suplico que não me mate, dentro de ti.
2 de jul. de 2010
O mundo influencia, ou nós somos influenciaveis ?
É chocante a capacidade das coisas virarem as tão conhecidas hoje em dia 'modinhas'. Coisa ridícula. Talvez mostre toda a futilidade do ser humano que segue um único padrão de invariedade com apenas supérfluo objetivo de ser intitulado como antenado...Mas talvez não falo apenas de roupas, acessórios, utilidades e bens atuais, falo dos talentos que hoje são menosprezados pela moda. Se ainda deixei confuso, dou um básico exemplo: ISSO AQUI. Exato, o 'blog' antes apenas pouquíssimos cidadãos, tachados de 'cultos atrasados' possuíam essa ferramenta. Possuíam um espaço de desabafo, de prática, de exercício, de usufruimento de talento. Hoje não, isso virou moda e metade dos adolescentes possui um blog textual, porém o diferencial está no fato que os seguidores da moda se cansam fácil, ou são absolutamente sem criatividade e acabam repetindo todos a mesma coisa. Não que eu queira impedir todas as pessoas de terem seu espaço, não, mas a questão é que eu estou me sentindo cada dia mais sufocada pela falta de coisas novas e pela velha história do cria-copia-cria-copia. Até quando ? Assim as coisas perdem o valor, e o que era pra ser único se torna básico .
De volta, nessa louca nave, conhecida como realidade.
Passamos alguns dias, algumas horas fora, flutuamos, esquecemos de tudo que causa transtorno e medo, corremos alegremente como se nada nos afetasse.. Mas, sentido de oposição, como tudo que é bom dura pouco, voltamos para o mesmo ponto de partida, o mesmo lugar da saída, a realidade! Dura e sarcástica realidade, afinal se não fosse ela, não existiria a saudade. Ah saudade! Como aperta forte o peito e ainda deixa uma sensação de fraqueza, concordo claro que nada mais é que uma prova de amor, e de que tudo valeu a pena. Porem, sejamos francos: Saudade machuca! Saudade ilude! Pelos passos acelerados do destino, vamos degrau por degrau regressando a melancólica rotina que é o dia-a-dia. Seja então essa ordem cronológica e óbvia da vida, ou talvez dos momentos: Expectativa - Chegada - Vivência - Partida - Saudade.! Deu pra entender ?
26 de jun. de 2010
[ desinstalar o sistema ○ ]
19:30 , 26/06 a poucas horas de viajar! FÉRIAS! Chega de rotina, de prova, de stress, quero mais é curtir. Então, ficaremos alguns dias sem blogar por aqi :( Mais depois voltarei, ainda mais inspirado..
ATÉ BREVE.
ATÉ BREVE.
22 de jun. de 2010
Já que considera o amor uma ilusão..
Assumo em alto e bom som que sou realmente iludido, um louco apaixonado, abobalhado, correndo atrás, sonhando, chorando, brigando, de cabeça quente, suplicando por paciência. Iludido por você, iludido pelo mundo, amando loucamente sem medo de arriscar e errar, tropeçando muito, levantando, indo sem rumo, saindo das regras, sofrendo, e ao mesmo tempo dentro de um padrão humano. Sim, sou iludido.
[ antes que me esquça de avisar, sabado vou viajar e ficarei uma semana sem postar, depois volto ! obrigado gente :) ]
[ antes que me esquça de avisar, sabado vou viajar e ficarei uma semana sem postar, depois volto ! obrigado gente :) ]
Como se ainda tivesse que acreditar em contos de fadas.
" E o que são contos de fadas? Para meninos são coisas gays, tolas e infantis, para menina são a inspiração de sonhos e uma linda história de vida....Indenpedente do que seja, de que sexo acredite neles ou melhor quem acredite neles. Sinto um mundo tão vazio e ignorante ao ponto de acreditar que depois de tudo ainda virão os finais felizes mesmo sabendo que a vida não é assim. Me sinto de certa forma obrigado á acreditar em contos de fadas, porque eles são as unicas coisas que sempre darão certo no fim.Ainda que ninguem saiba voar, ainda que fadas madrinhas não surgirão do nada, o encanto não está sempre na prática, talvez seja algo precioso, dentro da mente...."
vazio que preenche.
Sárcastico não é? Vazio ocupando espaços, silêncio enfurecedor, sorriso destruidor, olhar fútil. Nada disso parece combinar, como as coisas mudaram....Os sorrisos, prova de real felicidade hoje são falsos, o silêncio que deixava calmaria agora nos enlouquece, mas o que será tudo isso? Deixamos que uma rotina de padrões ou tudo isso é significado do stress diário, cada vez pior? Talvez eu que sempre fui muito 'criança' ainda vivendo num mundo de sonhos, cheio de esperança. Calma. Ainda sou assim e preciso continuar sendo, afinal se eu mesmo desistir de meus sonhos quem se dará ao luxo de lutar por eles? Apesar de viver em um mundo coletivo, eu tenho MEU mundo, que ninguém entra e muda tão facilmente assim!
19 de jun. de 2010
chego a ter medo do futuro....
atrás as portas se fecham, e tudo fica mais escuro. Uma imensidão de memórias se apaga pelo interuptor de uma lampada, e tudo termina vagando pelo nada.Passado que se foi, que não volta e assim deixando as pegadas da alma, a trajetória de cada segundo, de cada fração de milésimo que não volta mais. O futuro, base insegura que estremece o chão abaixo de meus pés e o céu sob minha cabeça, faz sua parte....Chega sereno, sem deixar marcas, imprevisivel, temido futuro! O que guarda para eu? O que está por vir, no próximo segundo ou nas próximas decadas? Oh tempo, você me deixa inseguro de mim mesmo, já não sei quem sou, nessa imensidão vazia, do temido futuro!
18 de jun. de 2010
Até onde vamos?
Um dia disseram que a Terra era o centro de tudo e que nunca sairíamos dela, hoje, já fomos até a lua sabendo que girávamos em torno do sol...Duvidaram de nossa capacidade, riram, zombaram e veja até onde já chegamos! Veja a evolução que a espécie humana sofreu, e também gerou, evolução presente a cada segundo, evolução incontrolável e sem fim! agora me pergunto o que está por vir? Veremos mesmo carros flutuantes? Habitaremos cidades no céu? Viveremos com nos filmes fictícios e desenhos animados? Eterna busca pelo infinito, além da imaginação.
ignorância !
extremidade de ponta a ponta, chatice da cabeça aos pés. Pura ignorância! Até concordo em não se importar com que os outros pensam, mas metade das pessoas falando que te odeiam é meio pesado concordam? Frieza, despreocupação, sarro, ignorância! Aos poucos me conformo, esse é o mundo, e onde eu for haverá sempre uma pessoa que seja assim, haverá uma ovelha negra, ou a laranja podre. Não me importo, isso não me afeta ao mínimo, só me revolta pela frieza e a falta de sentimento de algumas pessoa, que se eu chamasse de animais seria uma ofença aos pobres coitados que não tem nada haver com isso ; )
e todo mar....
tem suas 'épocas' especificas, sua violentas ondas, e sua calmaria, o silêncio das águas que perturbam a mente, a maré cheia, as fortes chuvas...como toda tempestade é passageira, de forma inesperavel ela surge, eis a questão: os tripulantes deste navio estarão dispostos e prontos para encarar a fúria que aumenta a cada vez? Assim são as inesperadas marés de problemas, que parecendo que vão nos engolir, desaparecem com toda sutileza no nada, ou talvez deixam raios e trovões antes de ir. Isso não importa, em todo navio sempre haverá um bom capitão!
15 de jun. de 2010
Eu devo satisfações. [risos]
Sério pessoal, peço mil desculpas por deixar isso meio desatualizado, acabei ficando doente, fiquei na cama e ia dormir bem cedo. Então não escrevi nada! Enfim, ja estou bem e vou voltar com tudo agora! hahahahhahah
13 de jun. de 2010
Pois só quem sonha, consegue alcançar.
Nada mais puro do que sonhar não é mesmo, só basta ter cautela, afinal sonho não se assemelha com impossivel. Um sonho real, é o sonho que não 'tira os pés do chão', vamos sonhar dentro do possivel a nossa realidade! Claro que não vamos sonhaar nem pensar nas pequenas realizações em uma cidadezinha do interior, vamos pensar grande, pensar empreendedor, pensar dentro do que cabe ao momento. Ninguem estabelece metas, sem antes sonhar com elas, cada detalhe, cada fala de um discurso, cada sentimento de um beijo distante...Como é bom sonhar, sempre consciente de que meus sonhos não se realizarão sozinhos, e que sociedade tão individualista não fará isso por mim, quem sonha alcança, mas quem não corre atrás; só ilude.
Qual é força maior ?
Que a força bruta e interna do amor? Amor incondicional entre pais e filhos, amor indiscreto, aberto, amor sem vergonha e receios. Força suprema que decide a vida das pessoas, ignorando as raças e culturas, acabando com os limites e preconceitos que sociedade construiu em torno dos relacionamentos. Amor reciproco, amor confiante que une e não separa, que quebra barreiras e corre com toda força até mesmo contra os ventos do destino. Talvez não exista força suprema maior que o amor dos homens, além da carne.... O amor de alma, amor interno e verdadeiro! Ah, o amor!
9 de jun. de 2010
Ao meu melhor avô.0
1950, Os anos dourados que marcaram a evolução de diversos assuntos e tematizações mundias. Getúlio Vargas é eleito presidente do Brasil, no exterior vai ao ar o primeiro episódio do desenho Snoop – um cachorrinho muito atrapalhado, no Brasil é realizada a Copa do Mundo de Futebol onde o titulo foi perdido na final para o Uruguai, A TV Tupi, é o primeiro canal de televisão da América Latina, ainda mais, os Beatles se formavam. Porém nada disso me importa, talvez marcou uma história estudada nas salas de aula, o que me importa é o que marca a minha história! E em 1950 nasceu praticamente o ponto de origem de uma história, que mais para frente viria a nascer. E só em 1970 o ano que bomba nas rádios a Jovem Guarda, o ano em que o Brasil é tri-campeão e o ano do carnaval, que gerou um amor além da fantasia, que não era apenas uma máscara. Prova real, da sua durabilidade, até hoje presente. Foi ai, que tudo começou, o namoro, o casamento, nascimento da Karina, a passagem do tempo, a chegada da Bruna, novamente o tempo, então eu nasci. Hoje estou aqui, o destino fez sua parte e agora presente ainda Neto e Gabriel, obras da vida, hoje necessária para nós.
Hoje você completa 60 anos, neste mundo que nem sempre nos traz sorrisos. O que são os 60 anos nos dias de hoje? Isso é mérito de uma vida, uma vida na base do suor e da força de todas as conquistas. São 60 anos construindo a nossa família, que a cada dia passava por novas mudanças.
Brigamos, discutimos, choramos, rimos, caímos, levantamos e tudo isso juntos, sofremos, odiamos, perdemos, muita gente se foi, muita gente chegou, muita coisa mudou...Mas algo nunca muda: o amor que você envolve nossa família, que cria e cativa cada sorriso, cada conquista e honra merecida! Então em nome de todo mundo, eu gostaria de agradecer por tudo, exatamente tudo que você fez e ainda faz! Por muito tempo e não diferente do que eu sinto por você, sua presença foi a de um pai. Um pai que acolhe, não apenas eu, mas sente e sofre as dores de outros...
Desse jeito fica difícil escolher o que desejar a você não é? Um homem, de cabeça teimosa, de cabeça quente, de aparência resistente e coração mole. Decido então, desejar apenas saúde, a união e paz entre nossa família, e que os ventos do destino soprem sempre ao seu favor. E isso é suficiente, afinal não posso desejar dinheiro, nem felicidade, nem harmonia, isso são coisas que não caem do céu, não surgem do nada e com muita força, como sempre fizemos e faremos até o fim de nossas vidas, seja como Borrasca, Bressan, Vitorino, Denardi, Bonifácio, Rollo, Menegasso ou Godoy. Lutaremos como uma só alma, em busca de sonhos e realização de nossas vidas!
Parabéns pelo seu aniversário, felicidades para sempre
8 de jun. de 2010
Brasil
Já reclamei, falei mal, xinguei, critiquei...Será contráditório esse text talvez, porque de certa forma eu nasci aqui, não posso mudar nem negar, e quando me perguntarem preciso dizer: Sou da familia deste Brasil, o Brasil que nem sempre trás orgulho, que nem sempre trás sorrisos....Mas foi o meu berço, não importa se eu goste ou não, existem sim pessoas passando fome, desabrigados, existe violência, mas existe gente que trabalha duro para colocar comida em casa, tem brasileiro de coração mole e alma de compaixão! Somos fiéis cidadãos em busca de um vida melhor, e só por isso somos um país com mais dignidade!
[ RESGATE ]
Gentee, fiquei muito contente quando estava fazendo uma limpeza nos meus documentos e enontrei um texto. Pode ser que eu tenha errado muita coisa nele, que falte concordancia ou não! Mas ele é muito importante, que foi um dos primeiros textos que eu escrevi! Então fica ele ai, pra quem quiser refletir:
O que importa na vida.
Há muito tempo havia um homem já muito velho com o rosto marcado pelo tempo que tentava achar respostas para as perguntas que não pareciam ter algo claro e objetivo. Ao ver que estava chegando ao fim de sua jornada resolveu encerrar sua carreira esclarecendo a seguinte pergunta O QUE REALMENTE IMPORTA NA VIDA?
Sem uma resposta o velho homem resolve ir em busca dela através dos outros, andando a frente resolve fazer a pergunta a uma senhora que estava muito bem vestida coberta de luxo ele faz a pergunta e como resposta recebe o nervosismo da senhora ao dizer como ele é capaz de perguntar algo como isso, porque qualquer um já deve saber que o luxo é a coisa mais importante na vida. O homem envergonhado continua sua jornada e faz a mesma pergunta a um homem que trabalhava, o homem diz que ser dono de si mesmo, e ser o melhor são as coisas que mais importam na vida.Pensando nas respostas que obteve ele faz novamente a pergunta para um cantor que estava oferecendo seu carinho aos fãs e o cantor diz que a fama é o que realmente importa na vida. Para finalizar seu trabalho ele resolve perguntar para um moço que ri na sombra e ele responde ainda zombando da cara do velho homem que o que importa na vida é ter todos e tudo aos seus pés, poder rir e zombar daqueles que sofrem.
Ele volta para casa passa a noite acordado pensando nas respostas que teve, que são completamente diferentes, mas quase com o mesmo objetivo: ter sempre mais. Ele chega a uma conclusão a essa difícil questão, mas infelizmente no dia seguinte o homem morre de infarto, com certeza morre triste porque ninguém soube o que realmente importa na vida Os anos se passaram o local em que ele habitou ficou completamente famoso e depois de ter falecido ele tem seu trabalho reconhecido, um dos funcionários encontra uma carta com papel envelhecido que todos desconheciam ao ler ficaram surpresos ao ver o que nela havia:
tem sorte aquele que encontrou esta carta, não estou deixando nenhuma herança mas só a resposta para a vida que é a mais pura magia recheada de mistérios, e lhe digo que o que realmente importa na vida é que você tem que saber vive-la
“Viva intensamente sua vida isso é que realmente importa"
O que importa na vida.
Há muito tempo havia um homem já muito velho com o rosto marcado pelo tempo que tentava achar respostas para as perguntas que não pareciam ter algo claro e objetivo. Ao ver que estava chegando ao fim de sua jornada resolveu encerrar sua carreira esclarecendo a seguinte pergunta O QUE REALMENTE IMPORTA NA VIDA?
Sem uma resposta o velho homem resolve ir em busca dela através dos outros, andando a frente resolve fazer a pergunta a uma senhora que estava muito bem vestida coberta de luxo ele faz a pergunta e como resposta recebe o nervosismo da senhora ao dizer como ele é capaz de perguntar algo como isso, porque qualquer um já deve saber que o luxo é a coisa mais importante na vida. O homem envergonhado continua sua jornada e faz a mesma pergunta a um homem que trabalhava, o homem diz que ser dono de si mesmo, e ser o melhor são as coisas que mais importam na vida.Pensando nas respostas que obteve ele faz novamente a pergunta para um cantor que estava oferecendo seu carinho aos fãs e o cantor diz que a fama é o que realmente importa na vida. Para finalizar seu trabalho ele resolve perguntar para um moço que ri na sombra e ele responde ainda zombando da cara do velho homem que o que importa na vida é ter todos e tudo aos seus pés, poder rir e zombar daqueles que sofrem.
Ele volta para casa passa a noite acordado pensando nas respostas que teve, que são completamente diferentes, mas quase com o mesmo objetivo: ter sempre mais. Ele chega a uma conclusão a essa difícil questão, mas infelizmente no dia seguinte o homem morre de infarto, com certeza morre triste porque ninguém soube o que realmente importa na vida Os anos se passaram o local em que ele habitou ficou completamente famoso e depois de ter falecido ele tem seu trabalho reconhecido, um dos funcionários encontra uma carta com papel envelhecido que todos desconheciam ao ler ficaram surpresos ao ver o que nela havia:
tem sorte aquele que encontrou esta carta, não estou deixando nenhuma herança mas só a resposta para a vida que é a mais pura magia recheada de mistérios, e lhe digo que o que realmente importa na vida é que você tem que saber vive-la
“Viva intensamente sua vida isso é que realmente importa"
Bill Gates, mais que criar umm império.
Bom pessoal, todo mundo sabe que sempre que dá, eu posto algum texto ou trecho de musica que me marca bastante...Hoje vou postar para vocês, um discurso de Bill Gates, que quando todos esperaavam 5 horas de fala em 5 minutos de pronunciamento conseguiu tantas palmas como se fossem as tais 5 horas:
Coisas que você não aprende na escola:
1. A vida não é fácil; acostumem-se a isso.
2. O mundo não está preocupado com a vossa auto-estima. O mundo espera que vocês façam alguma coisa útil por ele antes de vocês se sentirem bem convosco próprios.
3. Vocês não vão ganhar 5000 euros por mês assim que saírem da Universidade. Vocês não serão diretores de uma empresa com carro e telefone à disposição, antes de terem conseguido comprar o seu próprio carro e telefone.
4. Se vocês acham que os vossos professores são rudes, esperem até terem um chefe. Ele não vai ter pena de vocês.
5. Vender jornais velhos ou trabalhar nas férias não está abaixo da vossa posição social. Os vossos avós têm uma palavra diferente para isso: a “isso” chamam oportunidade.
6. Se vocês fracassarem, a culpa não é dos vossos pais. Por isso não os culpem dos vossos erros, aprendam com eles.
7. Antes de vocês nascerem, os vossos pais não eram tão críticos como agora. Eles só ficaram assim por pagarem as vossas contas, lavarem as vossas roupas. Antes de quererem salvar o planeta para a próxima geração, desejando consertar os erros da geração dos vossos pais, tentem limpar o vosso próprio quarto.
8. A vossa escola pode ter eliminado a distinção entre vencedores e perdedores, mas a vida não é assim. Em algumas escolas vocês não chumbam mais de um ano e têm tantas chances quantas vocês precisarem até acertar. Isto não tem nada a ver com a vida real. Se pisarem o risco, são despedidos… Façam bem à primeira!
9. A vida não está dividida em semestres. Vocês não terão sempre os verões livres e é pouco provável que os outros empregados vos ajudem a cumprir as vossas tarefas no fim de cada período.
10. A televisão não é a vida real. Na vida real, as pessoas têm que largar o “barzinho” ou a boîte e ir trabalhar.
11.Seja simpático com os “estudiosos” - aqueles estudantes que muitos julgam que são uns idiotas. Existe uma grande probabilidade de vocês virem um dia a trabalhar para eles.
Coisas que você não aprende na escola:
1. A vida não é fácil; acostumem-se a isso.
2. O mundo não está preocupado com a vossa auto-estima. O mundo espera que vocês façam alguma coisa útil por ele antes de vocês se sentirem bem convosco próprios.
3. Vocês não vão ganhar 5000 euros por mês assim que saírem da Universidade. Vocês não serão diretores de uma empresa com carro e telefone à disposição, antes de terem conseguido comprar o seu próprio carro e telefone.
4. Se vocês acham que os vossos professores são rudes, esperem até terem um chefe. Ele não vai ter pena de vocês.
5. Vender jornais velhos ou trabalhar nas férias não está abaixo da vossa posição social. Os vossos avós têm uma palavra diferente para isso: a “isso” chamam oportunidade.
6. Se vocês fracassarem, a culpa não é dos vossos pais. Por isso não os culpem dos vossos erros, aprendam com eles.
7. Antes de vocês nascerem, os vossos pais não eram tão críticos como agora. Eles só ficaram assim por pagarem as vossas contas, lavarem as vossas roupas. Antes de quererem salvar o planeta para a próxima geração, desejando consertar os erros da geração dos vossos pais, tentem limpar o vosso próprio quarto.
8. A vossa escola pode ter eliminado a distinção entre vencedores e perdedores, mas a vida não é assim. Em algumas escolas vocês não chumbam mais de um ano e têm tantas chances quantas vocês precisarem até acertar. Isto não tem nada a ver com a vida real. Se pisarem o risco, são despedidos… Façam bem à primeira!
9. A vida não está dividida em semestres. Vocês não terão sempre os verões livres e é pouco provável que os outros empregados vos ajudem a cumprir as vossas tarefas no fim de cada período.
10. A televisão não é a vida real. Na vida real, as pessoas têm que largar o “barzinho” ou a boîte e ir trabalhar.
11.Seja simpático com os “estudiosos” - aqueles estudantes que muitos julgam que são uns idiotas. Existe uma grande probabilidade de vocês virem um dia a trabalhar para eles.
Seja a ordem lógica...
Depois de toda diversão, ou todo descanso no dia seguinte sempre surgirá uma "segunda feira", uma rotina, ou qualquer outra coisa que nos desgate, mais isso não importa! São nessas horas, que devemos buscar inspiração e mostrar disposição, cada vez mais e mais. Viver cada dia de trabalho com mais humor e ao mesmo tempo saber levar a sério.Isso é um lei da vida, que muitas vezes mesmo sem ninguem te ensinar é preciso aprender!
4 de jun. de 2010
Abre parenteses ( )
Bom dia pessoal, gostaria de sair um pouco da rotina tetual do blog e fazer um verdadeiro desabafo sobre minhas expectativas que andam me rondando. Chegou 2010, a 8ª série veio junto e como todo ano o concurso EPTV na escola. Esperei anos por isso e agora apareceu a oportunidade, preciso confiar na minah capacidade e no meu talento e assim não colocar tudo a perder. Não mentirei aqui dizendo que tenho confiança absoluta sobre tudo, impossivel! A questão não está nos prêmios, e sim no meu sonho de conhecer uma redação de um jornal, coisa que está diretamente raliconada com minha profissão....Enfim, vou escrever meu texto, dar o meu maximo e ficar na torcida esperando que tudo de certo. Obrigado por tudo! Ah, se não for pedir muito, torçam por mim!
Beijos
Beijos
2 de jun. de 2010
A concretização da imaginação.
Uma forma bem interessante e desafiadora é a escrita concreta, são poemas como uma pedra é uma pedra, sem verbos, sem adjetivos, apenas substantivos. A interpretação, e compreesão do poema varia do estado de espirito de cada um. Vammos tentar não é?
Além, além
céu
mar
horzonte
infinito
além
além
beleza
passaros
cores
vida
além
ausencia
infinita
é meio confuso não é? mas é uma ordem cronololiga de indiretas para 'acontecimentos e idéias', espero ter alcançado minha meta.
Expectativas.
Aquela horrivel mais ao mesmo tempo gostosa, sensação agoniante minutos antes de uma prova, ou dias antes de viajar, a tensão que percorre a espinha do corpo até a nuca gerando um forte arrepio...Boa descrição para expectativa não acham? Apesar de ser tudo isso e sensações inexplicaveis, as expectativas podem machucar as vezes, algo pode dar errado e podemos cair de cara, tudo porque esperamos mais do que deviamos, ou a realiade é realmente distante do que areditariamos que ela seria. Mas sem essa força que vem de dentro nada teria graça, tudo seria sem sal, sem acúcar. Por isso, vale a pena, criar uma certa expectativa
1 de jun. de 2010
Garra.
Quem me dera, ter a voracidade de um leão, e assim poder agarrar a cada oportunidade que recebo com unhas e dentes, entrar apenas se for para dar o meu melhor e sair só depois de ter completado tudo. Ah, se eu soubesse a solução para tudo, a resposta que se encaixa perfeitamente nas mais duras perguntas.....Talvez não entraria em pura agonia e desespero, ou pode ser que nada mais teria graça, ou não? ou melhor..Chega né?! Ou, ora, se, quem sabe.....Chega! Se o mundo depende da ousadia, tudo está nela eu preciso ousar também! Eu preciso ser mais forte, mais rigido, são como pedras, uns acham inuteis mais elas nunca saem deste mundo tão fácil que de certa forma comparada com as delicadas flores que apenas com um pisão já deixam de existir.
PS : DEIXEI EM FORMA DE LINK, UM TEXTO QUE PODE COMPLETAR ESSE AQUI...QUEM QUIZER, SÓ CLICAR NA FRASE DESTACADA.
31 de mai. de 2010
e se perdem ao vento...
Sonhos de uma vida, carregados por sigilo e receio que depois de tanto.....se perdem ao vento, que sopra forte no sentido contrário, soprando frio e sereno levando junto consigo todo sigilo e toda calma, deixando a tristeza, fria e cruel tristeza....Lágrimas correm, ainda mais frias e serenas quanto o vento que já se foi, invisível aos nossos olhos, presente na nossa alma......São apenas palavras, palavras ao vento :)
Instantaniedade.
É incrível a velocidade e o tempo das coisas em nossas vidas, tudo passa tão rápido, é tão breve, tão passageiro...Talvez eu que não saiba aproveitar, ou me apego tanto ao ponto de não ver o fim chegando. É uma questão óbvia, e as vezes nos cegamos para evitar isso: Tudo vai ter um fim, não importa como e quando seja, uma hora tudo acaba, isso é definitivo! Pessoas entram, pessoas saem, pessoas chegam e passam despercebidas...Isso fica como uma estação de metro de uma megalopole, ou seja é um formigueiro humano onde não existem cumprimentos de bom dia, nem sorriso, nem cordialidade um entre o outro. Depois quando as coisas passam dizemos: Jura? Nem percebi.! Também quem perceberia? É uma montoeira de futilidade imensa, talvez isso comova as pessoas, ou não, o que é mais provável afina quem nem bem sorri, como poderá ler ?
28 de mai. de 2010
é tão semelhante....
Teu sorriso, tua calmaria, teu jeito é para mim o que o perfume é para a rosa, e o que o brilho é para o sol. Talvez minha dependência em te admirar seja porque você vicia, estar ao teu lado é sinonimo de não ver o tempo passar, e poder sonhar com um futuro melhor. Talvez, seu silêncio seja tão desesperador quanto a força das ofensas, talvez teu suor seja tão inspirador quanto a força de uma batalha, teu cheiro é tão cativante da mesma forma que o palhaço cativa as crianças....São só adjetivos, semelhantes...é de lei que sejam apenas adjetivos, porque você, não se assemelha a nada!
Nada melhor, que falar de escrita.
Quando se escreve, afinal é a melhor forma de descrever o dom das palavras. Desde muito tempo, a escrita sofre uma decorrente e permanente evolução e isso não é segredo para ninguém. A questão está em gostar de escrever, e escrever bem. Depois das aulas de literatura, ou dos desabafos de amor as pessoas acreditam saber escrever bem, e nem tudo é assim, dessa forma desvalorizamos todo o processo que as palavras passaram para chegar até aqui. Quando não desvalorizado dessa forma, as pessoas discriminam a escrita devido sua suposta 'inutilidade', grande engano, através da escrita e da fala conseguimos atrair pessoas e fazer a 'nossa propaganda pessoal' então, nada de sair por ai difamando as palavras certo ?
26 de mai. de 2010
Supérflua forma...
Talvez a futilidade e inutilidade de pessoas incapazes, traduzam a patética forma de tentar chamar a atenção e exigir sempre um holofote sob a cabeça.Conseguir atrair um forte público "baba ovo" e ter os méritos de uma vitória não pelo acerto, mas pelo erro alheio. Ou ainda mais, não se abater pela derrota jogando para todo lado, a culpa, esquecendo-se de todo compromisso e depois, aparecer apenas na vitória para adquirir a medalha 'tão merecida'. É nisso que se encontra, toda a capacidade e toda a personalidade de uma pessoa, ou até mesmo de uma equipe....Holofotes, não são eternos, e quando essa cortina se fechar os poucos aplausos ouvidos serão os mais falsos e mal intencionados de todos, isto é, se houverem aplausos.
25 de mai. de 2010
E tudo que eu deixo, são as lembranças. Esperando que todas elas, vividas intensamente sejam recordadas com muito carinho e amor, assim como eu recordo! Quero que tudo que eu deixei aqui, seja encontrado nos corações das melhores pessoas deste mundo, quero que minha esperança seja fruto de novos sentimentos. Não estou falando de morte, estou apenas falando do que deixamos nos corações que rodeiam nossa volta, depois que eles ficam longe de nós...Qual imagem e qual momento ficará gravado? São coisas, que só o tempo vai nos dizer.
Existem provas de amor.
Sim existem provas de amor, mas o que são elas na verdade? Provas de amor são coisas muito mais sinceras e profundas do que se declarar em publico, do que ficar timido no meio do cinema ou do que prestar uma homanegem. Provas de amor, são nossos limites, ou nossas forças ilimitadas. Até onde e quais são seus limites para o amor? Isso é provar, para alguem especial o quanto você a ama....Até onde vai o seu amor? Apenas em uma relação sexual e uma simples troca de carinhos? E onde fica o sentimento, a chama da paixão que é sustentada pelo fogo do amor? Não basta apenas provar. É preciso mostrar, viver, e aproveitar ;)
pessoal, gostaria de recomendar o filme que inspirou o texto: "UMA PROVA DE AMOR"
pessoal, gostaria de recomendar o filme que inspirou o texto: "UMA PROVA DE AMOR"
23 de mai. de 2010
Minha maior certeza.
É que tudo nessa vida é incerto, que em frações de segundo tudo pode mudar e se o que deve ser realizado não for, tudo o que pode restar é o arrependimento. A amarga dor de consciência, que pesa na hora de dormir e nos persegue dia a dia. Talvez por esse papo de consciência, que eu tenho a plena certeza, que sou incapaz de matar e roubar. Afinal se discutir na escola me faz refletir por dias e dias imagine tirar uma vida ou todo o esforço dela? Nada é tão invariável e intocável quanto aparenta, até uma simples pedra, que com uma fina camada de tinta ou uma martelada já muda de cor, formato e aparência. Por isso, que tudo que é certo...é sempre incerto :)
Está na ousadia.
Realmente, começo a acreditar que o mundo está ficando nas mãos da ousadia, aos poucos percebo que só vai longe quem pensa grande e quem ter força suficiente pra chegar até lá! O Mundo, é de quem tem coragem, quem tem atitude e acima de tudo, quem tem opinião. Não basta apenas talento, é preciso força de vontade, é preciso agir, o mundo está nas mãos de quem quer mudar o mundo...Sinto que a mesma força que move uma desvalorizada ganância, é a mesam formça que nos move, uma força que nos da motivação além de tudo. Talvez chamar a atenção de forma extrema e ridicula, mantenha as pessoas na midia, sob constantes criticas, mas convenhamos que mesmo assim ainda mantém em boa forma o sucesso. Por isso que resta pensar grande, pra evoluir e possuir essa esfera que chamamos de mundo, nas mãos!
22 de mai. de 2010
Queria saber voar...
Porque assim, quando eu precisasse de um tempo em paz, conseguiria bater minhas asas e voar o mais alto possivel, em busca de um lugar seguro. Talvez para derramar secas e tristes lágrimas ou apenas pra ver quem sentiria minha ausencia. Além de tudo, queria saber voar e ver a vida de um ângulo diferente, ser apenas um 'olhar de fora' e surpreender na hora certa! Queria bater minhas asas, sem a independencia, queria bater asas apenas pra voar, pra mergulhar com toda força de la do alto e quando estiver quase encontando a face no chão, fazer uma curva a 200 por hora e prosseguir em frente sem que ninguem e nada me interrompa...Queria saber voar, e assim não ouvir mais nada, apenas voar, voar e voar...é só isso que eu queria.
20 de mai. de 2010
É questão de auto-estima!
Seria hipocresia eu dizer que amo todos, mais seria falso eu dizer que não existe uma pessoa que eu não vá com a cara....enfrentaremos sempre desafios com nós mesmos e também muitas vezes com quem menos desejamos: "nosso literais inimgos". E vai dizer, que nessas horas não vem no pensamento tal frase: eu vou me sair melhor nessa! ou : vamos ver então!? Pois bem, todos somos capazes de derrotar nosso piores inimigos pela auto-estima, lógico que ninguem vai sair por ai se achando o todo poderoso, porém ser feliz consigo mesmo éo que importa! Eu sou melhor que você, e isso basta! Isso não é para ser dito, nem para ser tacado na cara, é apenas pra motivar e dar um impulso a mais, pra que a batalha seja vencida pelo melhor, e sempre de cabeça erguida; quer perde também vence, apenas pelo fato de assumir uma derrota.
As pessoas me surpreendem cada dia mais;
Onde está a necessidade de chamar a atenção? Fácil, está nas pessoas, nos ignorantes seres que acham que pensam, mais ainda são tão fúteis! Não discordo quando alguns dizem que em certos momentos preferem animais do que os própios semelhantes! Porque a necessidade de usar taticas patéticas e se expor ao ridiculo é tão comum hoje em dia? Antes quem fazia isso era palhaço, hoje no mundo da 'platéia' quem faz é popular! Ah, me poupe de tanta banalidade e me deixe fora dessa, pode parecer mediocre, mas descula; eu não preciso fazer isso pra conquistar as pessoas!
18 de mai. de 2010
Não há melhor conquista....
Do que aquela que vem com gosto de luta, com gosto de batalha, aquela luta que compensa...É como diz o diatdo: O quem vem fácil, vai fácil. É realmente assim, quanto mais queremos, maisor é a intensidade e o valor dessa conquista para nós, então vamos a luta, sem medos e receios. Não que eu seja contra o medo, mais poderiamos ver ele como apenas uma motivação a mais para a superação de nossos obstaculos e aumento de nossas conquistas...vamos nos unir em busca dos mesmos objetivos, nós somos fortes! Vamos juntos! Vamos dar as mãos, venha comigo, toda conquista vale a pena não é mesmo?! pois entaão, quais são as SUAS conquistas? e elas, valem realmente a pena ?
14 de mai. de 2010
não importa o quanto você se importa....
o quanto você se preocupe, se dedique e o quanto confie....muitas pessoas nesse formigueiro humano apenas não se importam, apenas deixam passar como se tudo ainda fosse normal, e talvez você por ainda pensr que existe sentimento será o lado mais fraco da corda que se romperá e o passaro que saira ferido de mais uma batalha. Não se preocupe tanto, ria mais ao invéns de parar pra pensar se o teuriso tem motivo ou não, seja você mesmo sem medo de errar, só se lembre de não se importar com quem não se importa
13 de mai. de 2010
A linda fênix.
Uma coisa tão fascinante é a mitologia, tanto grega como egipcia e todas as outras possiveis. Mais uma lenda que serve de grande inspiração é a da Fênix. A ave de puro glamour, que se assemlha a uma águia, ou gavião que depois de morta ressucitou das cinzas, com cor do fogo ardente, do fogo vivo, vencendo seus inimigos e seus receios, com suas penas ainda mais radiantes. Por que não trazer a mitologia ao mundo real? deixar se abater, dar a face para apanhar e depois de tudo isso ainda surgir novamente, das cinzas, marcas de um passado que se queimou em pedacinhos, surgir ainda mais forte e radiante como nunca...Porque esse é o segredo, apanhar, tropeçar, cair, ter tempo de levantar, sorrir e ainda ser mais forte.
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