Milhares de lágrimas, já me fizeram desacreditar que existe amor. Logo eu, que sempre achei que o amor mudasse o mundo. Eu me machuquei tanto por acreditar nos sentimentos, que julguei verdadeiros, eu sofri e tudo passou com o tempo. Eu me orgulhei de mim mesmo, ao ver que tudo foi passageiro, e todas as noites eu tive sonhos bons. Eu cheguei a ser forte, acreditando que jamais alguém me derrubaria assim, e mais uma vez, quebrei a cara. Sentimentos costumam ser mais bipolares do que o próprio ser humano. Acreditamos e temos força de vontade, mas quando a vida pega pesado mostramos e deixamos em exposição todas as nossas fraquezas. E quem sou eu para falar sobre a vida? Um adolescente de 15 anos, que nem se quer conhece o verdadeiro mundo real?! Na verdade eu concordo e até admito isso, mas de certa forma o destino persegue intensamente quem sonha alto, ou simplesmente quem sonha. Inúmeras vezes tanto eu como você que se faz presente nesse texto, já fomos instigados a desistir, fomos forçados a sorrir mas nunca fomos capazes de controlar nossos sentimentos. E com total liberdade, esse é o desafio que nos mantém forte, o desafio que nos deixa incomodados em todas as noites mau dormidas, e sonhos incompletos.
Todos já tivemos a típica sensação de: "Está tudo muito bom, mas ainda falta algo." Ou até mesmo: "Está tudo indo tão bem, que eu tenho até medo de tudo piorar drásticamente". Isso na verdade nada mais é que a força do hábito e acomodação com os fatos que vivenciamos. E nos tornamos a cada dia, protótipos do amor, de um padrão de vida que ninguém assume, mas todos sabem que está implícito na sociedade. A superação pode ser traduzida pelo dom de acreditar e realizar, talvez seja isso que ainda me faz ter esperanças, e esquecer a primeira frase deste texto. Enfim, vamos em frente
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